Textos de ficção erótica. Não recomendado para menores de 18 anos. Literatura Adulta.

Friday, January 18, 2008

Maldição

Evitava Fernanda de todos os meios possíveis. Não retornava suas ligações, não retornava seus recados. Era mais que preciso. Era necessário.
Fernanda tinha passado do limite que me era permitido. Tinha conquistado meu coração. Tinha despertado a paixão mais arrebatadora que já havia experimentado.
Agora, só me restava retirá-la definitivamente de minha vida. Eu, um amaldiçoado, a quem não era permitido jamais tais sentimentos. Como pude não perceber que Fernanda tomava meu coração e minha alma? Como pude cometer tamanho erro?
Fernanda não conseguia compreender meu desaparecimento, em sua cabeça passava milhares de explicações que não faziam o menor sentido. Teria sido usada? Teria se enganado com os meus sentimentos? Eu era um louco? Sádico?
Claro que não. De alguma forma ela sabia que eu a amava. Tudo entre nós tinha sido tão perfeito, o jeito como nos conhecemos, como nos tornamos amigos e principalmente como começamos a nos apaixonar. O tempo juntos era cada vez mais essencial, a presença cada vez mais urgente. Eu deveria saber que essa paixão arrasadora já tinha se instalado e agora eu precisava por um fim nessa loucura. Mas não hoje, não nessa noite. Essa noite eu preciso me afastar, esconder-me em meu refúgio seguro e secreto.
Ouço passos e não acredito. Hoje não. Ninguém pode entrar aqui! O sol já deve estar se escondendo no horizonte, e as únicas companhias que eu posso ter são minha maldição e a escuridão desse lugar.
Eu reconheço o andar, é Fernanda que se aproxima. Senhor, ela não pode! Eu não posso! Vai querer explicações! E eu não tenho tempo, não hoje...
Fernanda caminha pelo bonito casarão rústico que ela pensa ser meu refúgio para escrever.
Ouço seus passos descendo as escadas, abrindo porta após porta que eu devia ter trancado. Como sou idiota!
Os passos se aproximam. As fracas luminárias do corredor que dão acesso ao meu refúgio lançam luzes bruxuleantes, colorindo o lindo rosto de Fernanda de um dourado vivo, que luta com as sombras para possuir toda sua pele perfeita e bronzeada.
Ela chega até meu calabouço particular, as grades grossas, as paredes de pedras. Não um calabouço medieval sujo e empoeirado. Possui uma rusticidade semelhante, porém, parece limpo demais até mesmo para um porão ou lugar pouco freqüentado. NA sala, não há nenhuma iluminação artificial, apenas a luz natural que entra pela pequenina janela, também de grossas grades. Fernanda consegue enxergar a pequena fonte artificial de água e uma plataforma também de pedras, coberta com grossas madeiras bem polidas e enceradas. O lugar se não era bonito, não deixava de ter o seu charme rústico, básico e poderoso. Não fosse a ausência total de qualquer mobiliário e o tom sombrio, o lugar lhe pareceria até agradável.
Fernanda procura a maçaneta para alcançar o interior e encontra apenas uma estranha engenhoca. A fechadura que abre a porta de grossas grades encontra-se embutida em um local estreito, onde somente pode ser aberta enfiando-se uma das mãos. Ela nota que não pode ser aberta por uma pessoa com mãos muito grandes ou gordas. E que é necessário alguma calma para destravar a entrada.
Estou sentado em um canto, o mais longe possível da pouca luz que o poente insiste lançar dentro do sombrio cômodo. Já sinto os efeitos da minha maldição. Minha cabeça já não pode raciocinar, já não posso formular motivos para sua partida. Quero afasta-la, mas meus pensamentos confusos não conseguem formular nada que a faça partir. Não tenho tempo para perguntas ou questionamentos. O sol já se pôs.
Fernanda se aproxima e ajoelha-se à minha frente. Suas mãos suaves tocam meu corpo já arrepiado. Seu cheiro embriaga-me absolutamente. Muito mais que o normal, provavelmente pela aproximação de minha maldita situação, que me aguça terrivelmente os sentidos. Imploro a Fernanda que parta, mas, sem conseguir formular um argumento, um motivo para meu afastamento, ela cada vez se chega mais, com seu cheiro e seu toque. Beija-me e retribuo com uma animalidade que nunca tínhamos experimentado. Meus instintos e sentidos amplificados me tiram o controle. Fernanda em sua inocência entrega-se ao exagero daquele momento, a agressividade animal de nossos beijos e carinhos. Suas roupas são rasgadas por mãos que se movimentam furiosas. Mãos que agarram doloridamente seu corpo e cabelos. Mãos que deslizam sobre sua pele dourada e aveludada, percorrendo toda a extensão de suas costas, nuca e coxas. A mão forte agora já penetra as entranhas encharcadas de Fernanda, bolinando, invadindo, machucando, deixando um cheiro que desperta a mais louca fera dentro de mim. Arrasto-a, completamente entregue, para a plataforma que uso como cama quando o mal se apossa de minha alma. Fernanda geme e se contorce com a violência que é manuseada, explorada, violada, mas completamente dominada pelo desejo e a beleza de um coito animalesco. Nosso beijo é a extensão de toda essa violência, ilustrando a loucura que nossos corpos experimentam.
Fernanda geme alucinadamente, tateando desordenadamente as partes de meu corpo que alcança. Ela tem urgência do contato cada vez mais poderoso e extremo. Os aromas me embriagam cada vez mais. Agora, além do cheiro de seu sexo, o do seu suor e de seus hormônios, entranham em meu cérebro e minha alma, tanto quanto suas unhas riscam minhas costas e suas mordidas marcam meus ombros.
Em meu último momento de lucidez humana, penso em me afastar e correr daquele lugar, que tanto me sinto seguro, antes que meu falo penetre minha amada mulher ou quem sabe meus dentes estraçalhem sua carne tão quente e macia. Os instintos mais selvagens apagam rapidamente a idéia de afastar-me e me empurram para consumir aquela fêmea tão sedenta quanto a própria fera que se aproxima.
Percorro seu corpo com minha boca, beijando, lambendo, mordendo. Um animal que saboreia a carne que saciará sua imensa fome. Provo o gosto das entranhas de Fernanda, enlouquecendo com o sabor e cheiro do prazer que impregna minha pele, sua pele, o ar. Os gemidos de minha fêmea entram profundo em minha mente.
A violência da minha boca combinando com o clima animal faz com que minha amada tenha gostosas convulsões, terminando em um quase grotesco orgasmo. Fernanda sente seu ar faltar nos pulmões. Jamais sentira tanto prazer em sua vida. Um gozo alucinado, selvagem.
Fernanda me segura com sua fúria, puxando-me para um beijo ardente e saciado. Pega meu falo completamente latejante e engole-me com sua vulva selvagem e agora ainda mais encharcada.
O sol já se pôs há muitos minutos. As sombras de nossos corpos pintam nas paredes de pedra um bizarro filme acelerado, como dois porcos selvagens em um cio arrebatador. Os corpos suados se tocam e se procuram. A mistura perfeita entre a paixão latente de Fernanda e os instintos mais primitivos do demônio que a possui.
Cada vez que goza, Fernanda impregna o ar com seu cheiro delicioso, e cada vez mais o sexo é animalizado.
Fernanda me sente crescendo dentro de si, minha pele ficando grossa e áspera. Seriam seus sentidos lhe pregando peças depois de tantos e tantos orgasmos? Meu corpo cresce e se deforma, enquanto Fernanda, transtornada de prazer parece não notar...
Agora de costas para mim e com as mãos espalmadas na fria parede de pedra, Fernanda é estocada com todo vigor, que já lhe machucam tanto quanto dão prazer.
A lua cheia volta a iluminar meu secreto abrigo, quando Fernanda, virando-se para ver seu amado, enfim, vê o monstro que lhe monta como uma cadela. Seu rosto de pavor jamais sairá da minha cabeça. É tarde demais. O mal já tomou meu corpo e minha alma e a fera insaciável, agora toma forma de um colossal lobo bizarro, com o tamanho de um touro, violenta as entranhas de minha amada com sua ferramenta desproporcional e poderosa demais para se suportada por uma fêmea humana. Fernanda tenta escapar da fúria sexual do terrível monstro, com o seu membro latente e gigantesco, que lhe rasga as entranhas como uma feroz britadeira. A frágil fêmea desfalece. A dor e o horror são insuportáveis. A fera a ignora, e continua a devorar sua carne até a explosão do seu grotesco e farto orgasmo, em um urro horripilante.
Nessa noite os gritos de dor e pavor são ouvidos por toda a parte, impregnando o ar da noite de medo, juntamente com os já conhecidos uivos horrorosos que apavoram moradores das cercanias.Pela manhã, alguém que adentre o antigo casarão só escutará o barulho de pá a cavar na terra dura e seca a sepultura do meu único amor.

O Verdadeiro Prazer de Velejar

Era quinta-feira e eu já estava com tudo pronto para passar o fim-de-semana prolongado pelo feriado de sexta-feira. Assim que terminasse o expediente, partiria para Arraial do Cabo, Rio de Janeiro, onde meus pais possuem uma casa, bem de frente para o mar. Já imaginava passar o dia inteiro mergulhando ou velejando.
Mochila pronta, equipamentos de mergulho na mala de meu velho companheiro de aventuras. Tudo prontinho para um fim-de-semana de paz em contato com a natureza.
Já estava ansioso para encerrar meu expediente, quando, enfim, o relógio marcava 17 horas.
Desci e fui dirigindo meu companheiro de viagem para, em casa, engatar meu pequeno veleirinho, outro companheiro de aventura, um Hobie Cat 14, batizado carinhosamente de “Pepeca Caliente”.
Em casa, e minha irmã já estava no portão me esperando. Dou-lhe um beijo bem estalado e pergunto se ela não vai me fazer companhia.
- Vai comigo para Arraial do Cabo, mana?
- Claro, já estava te esperando para isso...
- Que ótimo! Achei que ficaria sozinho e, veja só, ainda arrumei um proeiro para os outros velejadores morrerem de inveja!
- Pois você vai ter mais companhia. Estou levando a Flavinha.
Meu sorriso se desbotou na hora. Flávia era uma amiga insuportável da minha irmã. Foi nossa vizinha há 10 anos atrás. Na época ela tinha uns 15 anos. Vivia com seu narizinho em pé, tinha uma voz horrorosa. Era magrela e por isso se achava a própria manequim.
Meu estômago revirou. Dividir por quatro dias a mesma casa com aquela menina era algo que não estava nos meus planos.
- Porra, Beth, da onde você foi desenterrar essa menina?
- A Maxi, tem quase 10 anos que não a vejo, foi impossível não convida-la.
- Ok Beth, mas há mantenha afastada de mim, por favor.
- Maxi, não vá ser anti-social, por favor! Lembra aquela última menina que você levou? Uma galinha que ficou olhando meu namorado o tempo todo?
Morri de rir e tive que dar o braço a torcer. Realmente no feriado anterior tinha levado uma “pipa voada” para lá. A Beth só esqueceu de falar que foi o meu cunhado que ficou maluco com os shortinhos que a menina usava.
- Mana, já vou. A Flávia vai com você e o Marcelo, certo? Então já vou indo porque dirigir com reboque acaba demorando muito mais.
- Tudo bem, se bem que eu preferia que você levasse a Flavinha, Beth falou rindo, mas já se retirando, antes que eu a mandasse para “algum lugar onde o sol não bate”.
Retirei o carro, engatei o barco ao reboque com ajuda do meu cunhado e parti sozinho.
Cheguei depois de seis estressantes horas de engarrafamento, e como suspeitava, meu cunhado saiu depois, mas chegou antes, justamente pela falta de agilidade que o reboque me causava. Além disso, meu velho companheiro, um Fiat Tipo 1.6, precisou parar para uma “esfriada” porque o ponteiro já indicava que ele estava para ferver e foi mais que uma desculpa para eu esfriar minha cabeça em uma cerveja bem geladinha.
Cheguei e meu cunhado veio me receber.
- Fala, brother, as meninas estão lá dentro arrumando as coisas. Vamos entrando.
Só desengatei o reboque para facilitar a retirada das coisas da mala e fomos carregando minhas tralhas e roupas para dentro de casa.
Quando passei em frente ao primeiro quarto, vi um rabo lindo empinado, desarrumando as malas. Dei uma “meia-paradinha” e meu cunhado me empurrou.
- Vamos, garoto, você tem a semana inteira para ficar olhando, comentou rindo.
- Como aquela magrela arrumou um rabo daqueles? Enorme e perfeito! Pensei na hora.
Acho que foi quando me toquei que ela deveria estar completamente diferente, agora com uns 25 anos.
Joguei minhas malas em um quarto vago e voltei correndo para pegar mais coisas, na esperança de encontrar Flavinha ainda com aquele rabo para o teto. Quando saio do quarto em direção à saída, literalmente trombo de frente com ela. Nos “abraçamos” desajeitadamente para não cair, ficando com os rostos colados.
- Oi, Flavinha, desculpe. Consegui falar sem jeito.
- Oi, Maxi. Respondeu Flavinha olhando para o chão também meio sem jeito.
Nos separamos daquele abraço casual e fomos cada um em uma direção do corredor. Olhei para trás e Flavinha também tinha se virado para uma espiadinha. Ficamos novamente sem jeito.
Nossa como a Flávia tinha ficado uma mulher linda. Os cabelos castanho-claros ganharam umas luzes que o deixaram com lindos tons de loiro. Sua pele bronzeada fazia um forte contraste com seu cabelo, deixando ela com aparência de quem pega muito sol. Seus olhos, de um intenso verde, não me deixaram reparar seu corpo, me prendendo, hipnotizado àquele olhar.
- Deixa quieto, vou esfriar minha cabeça, ela ainda deve ser um nojo de metida! Pensei quase em voz alta.
Coloquei minha roupa curta de mergulho que também uso para velejar e estava pronto para sair quando Flavinha apareceu no portão da frente:
- Vai velejar sozinho? Sua irmã disse que você não gosta...
- Vou sim, ela costuma me fazer companhia, mas nunca assim que chega. Já nem pergunto mais...
- Quer companhia? Ou eu atrapalharia?
Que simpatia. Um sorriso lindo no rosto. Definitivamente não era mais aquela magrela que conhecia. Aquela jamais se ofereceria.
- Claro que não atrapalha. Em 20 minutos você já estará velejando melhor que eu. O que não será nenhuma façanha. Comentei rindo com vontade.
- Me dá 5 minutos?
- Corre, senão te deixo aqui. Estou morrendo de saudades do mar. Brinquei sorrindo. - Peça a Beth uma camisa de algodão fininha de manga comprida. Leve esse meu protetor 60 também. Você vai precisar.
Passou alguns minutos até que a Flavinha voltou. Estava em uma saída de praia de mangas compridas e de biquine. Eu pensei em dizer-lhe para colocar algo mais confortável, mas não consegui tanta nobreza. Ela tinha um corpo perfeito. Uma falsa magra, com pernas grossas e definidas e uma barriguinha completamente lisa.
- Vamos logo. Você vai adorar passear no “Pepeca Caliente”.
- Pepeca Caliente? Criativo. Repetiu ela às gargalhadas.
Chegamos à praia e arrastei o “Pepeca Caliente” até a areia. Ela me acompanhou na montagem, achando interessante a quantidade de corda usada que era passada por todos os lados.
Flavinha perguntava tudo, mostrando-se interessada e simpática. O sorriso demonstrava que estava ansiosa para experimentar. Empurrei o Hobie Cat até a água e chamei-a.
Disse onde ela poderia ficar sentada e mostrei a ela como era simples velejar. Ela adorou quando o barco entrou em movimento, e como o vento estava forte, ficou louca com a adrenalina que é estar em um barquinho tão veloz.
Em pouco tempo já estávamos molhados e sua saída de praia branca tornou-se completamente transparente. Ela estava adorando cada minuto.
- Quer encostar em uma praia para descansar um pouco e pegar um sol? Aqui tem muitas ilhas quase selvagens.
- Eu adoraria, respondeu com aquele lindo sorriso.
Paramos em uma ilha e eu puxei o barco para a areia. Ela retirou lentamente a saída, ficando só de biquine e deitou-se no trampolim para pegar sol ali mesmo, em cima do barco. Ela estava linda.
- Você pode me passar o protetor novamente?
- Claro, respondi quase engasgando com a garganta seca.
Flavinha com um sorriso de inocência virou-se de costas.
- Passa bastante que está muito sol, disse repetindo o sorriso agora mais maroto.
Deslizei as mãos pelos ombros, e espalhava com calma até que ficasse transparente e ia espalhando mais. Desci pelas costas com a coluna durinha e musculosa de mulher magra, mas sem nenhum osso à mostra. Fui até o biquine. Depois vim passando o protetor de baixo para cima.
- Espalha, por favor, entre as pernas...
Fui passando e cheguei aos joelhos. As coxas eram marcadas por lindos músculos que com o protetor, brilhavam e tornavam-se mais e mais aparentes. Flavinha abriu as perninhas quando toquei em suas coxas, me deixando ainda mais livre para passar o bronzeador. Fui subindo e subindo... primeiro pelas costas de suas coxas, depois por dentro delas. Cheguei até o bumbum e passei com todo carinho. E sentia ela se mexendo lentamente para direcionar minha mão para suas coxas, bem próximo à bucetinha. Quando toquei ali Flavinha já respirava fundo e eu dispensava bastante tempo naquele pedacinho.
- Vira agora, para eu passar na frente.
Flavinha sorriu e disse:
- Na frente eu consigo.
- Não como eu.
Ela virou-se e respondeu:
- Com certeza, ninguém sabe passar um protetor como você...
Eu agora comecei pela barriga. Linda. Tinha um desenho maravilhoso que se acentuava com o protetor e mais ainda pela respiração cada vez mais forte. Já sentia suas pernas apertarem uma à outra, tentando algum carinho discreto em sua bucetinha. Eu continuei passeando pelo seu corpo até que recomecei a passar o produto nas suas coxas. Era linda a visão de sua cabeça jogada para trás, a boca entreaberta que teimava em não soltar nenhum gemido, por mais que eu já estivesse vendo que ele estava ali, escondido, sufocado.
Fui passar em seu rosto, delicadamente, quando senti sua mão agarrar os cabelos de minha nuca e me puxar firme, mas vagarosamente para um beijo ardente.
Brincamos com nossos lábios, tocando levemente enquanto nossos corpos já exigiam que as línguas estivessem lutando dentro das bocas. Aquele beijo seco nos deixava ainda com mais tesão. As bocas se abriam e não tardou para as línguas se tocarem, causando um delicioso choque da acides. Fui puxado para cima do trampolim do barco, e por cima de Flavinha, brincava com minhas mãos pelo seu corpo, deslizando sobre o protetor, lambuzando meu corpo no dela. Desci em beijos suaves e rápidos, pois não queria o gosto do protetor em minha boca e sim sentir o gosto daquela mulher deliciosa. Quando cheguei entre suas pernas, já estava em pé na areia com ela na quina do trampolim, retirei somente um laço de seu biquine e mergulhei minha língua naquela bucetinha deliciosa. Passava minha língua em volta de seu grelinho, dando suaves passadas na sua cabecinha, que era ligeiramente exposta. Sentia as unhas de Flavinha a rasgarem minhas mãos e puxarem meus cabelos. Ela me queria dentro de si, mas eu estava fascinado com seu sabor e com o que a minha língua fazia com seu corpo. Minha língua buscava o interior de sua vagina, e voltava completamente encharcada para acariciar novamente seu grelinho agora totalmente lambuzado. Flavinha babava paixão em minha boca, derramando seu gosto em meu rosto. Ela dificultava meu delicioso trabalho quando, descontrolada, tentava fechar as pernas, não agüentando mais a excitação que minha língua proporcionava.
Aproveitei para acariciar de leve com meu dedo a entrada de sua vagina e me enchia de desejo ver o quanto Flavinha estava molhada. Os carinhos com o dedo eram suaves, somente na portinha, com o dedo encontrando-se toda hora com minha língua, cada vez mais insaciável e sedenta.
- Chega, não agüento mais. Implorou entre gemidos entrecortados de espasmos.
Ignorava os pedidos de Flavinha até que ela gozou na minha boca em violentos espasmos que lhe tiravam as costas da lona do trampolim. Levantando-se até ficar de pé também na areia, Flavinha relaxava do gostoso orgasmo que experimentou, me beijando e abraçando carinhosamente. Estava mole e relaxada, segura pelos meus braços e pelo apoio do barco encostado em sua bunda. Ficamos nos beijando até que ela relaxasse completamente, aproveitando aquele gozo feroz até o fim. Quando senti que Flavinha já estava ficando excitada novamente com nossos beijos e carinhos, coloquei-a se costas para mim. Apoiadinha no barco, Flavinha abriu suas perninhas grossas e empinou aquele rabo perfeito. Pensando que eu iria, enfim, penetrá-la. Surpreendi aquela mulher deliciosa, quando comecei novamente a chupar aquele corpinho. Agora minha língua percorria o rego daquela bunda linda. Chegava até seu rabinho e brincava ao redor. Nessa hora, Flavinha soltava urros de tesão e rebolava para que minha língua tocasse em sua bucetinha, que escorria pelas coxas. Brinquei com aquele rabinho, acariciando em volta, nas suas preguinhas até não agüentar mais de tesão. Então fui subindo até encaixar meu pau naquela bucetinha deliciosa. Estava tudo alagado e fervendo. Meu pau foi sugado pela primeira rebolada de Flavinha, que não me deixou tortura-la penetrando aos pouquinhos. Engoliu-me com uma forte rebolada e manteve-se assim, praticamente me fudendo com aquela bunda deliciosa, que batia em meu quadril enquanto eu tentava acompanhar seu ritmo, lhe estocando com força. Ela tinha um rebolado delicioso, redondo. Sua bunda fazia meu pau tocar em todos os lugares possíveis dentro do seu corpo, me causando um prazer sensacional.
Flavinha gozou rapidamente assim. Arranhou meu braço com força e largou-se esparramada no trampolim do Hobie Cat. Fiquei ali, acariciando-lhe as costas, com meu pau quietinho dentro, ainda duro por não ter gozado. Deixei-a novamente se recuperar e curtir esse novo orgasmo tão intenso quanto o anterior. Tirei meu pau de dentro dela, sentindo centímetro por centímetro seu calor e comecei a brincar no seu rabinho.
- Você é louco, vai me machucar assim...
- Só estou brincando, como fiz com minha língua...
- Você não tem idéia de como sua língua me deixou curiosa...
Fiquei brincando com meu pau ali no seu rabinho, lambuzando em sua bucetinha e empurrando um pouquinho. Seu cuzinho estava relaxando com a carícia inusitada e cada vez que passava meu pau no seu mel e pincelava seu rabinho, a cabeça entrava um pouquinho mais e mais.
Não tardou para Flavinha perceber que já estava todo enterrado dentro de seu rabinho que, relaxado, estava morrendo de prazer com aquela coluna de carne a acariciar um pedacinho não explorado de seu lindo corpo.
Por mais relaxado que estivesse aquele rabinho virgem me apertava o pau, de maneira tão suave e potente, que gozei em alguns minutos depois, esporrando aquele túnel virgem bem no fundo.
- Nossa! Nunca imaginei que pudesse ser tão gostoso meu primeiro anal. Foi incrível como deu para sentir você explodindo dentro de mim, o leite quente me invadindo...
- Foi tudo fantástico. Perfeito.
Nadamos um pouco, nos beijando dentro da água, brincamos, conversamos. Foi uma delícia de namoro.
- Vamos embora, sua irmã vai ficar preocupada, disse Flavinha.
- Acho que vamos ter que passar a noite aqui. Não tem vento.
- Sei... é o velho truque do carro com algum problema, só que em versão marítima? Brincou sorrindo.
- Como você adivinhou? Também sorri.
- Adivinhei, porque se tivesse ventando mais, essas árvores iriam cair, engraçadinho!
- Tudo bem, mas eu achava mais seguro passar a noite inteira aqui. Insisti sorrindo.
- Temos outras ilhas para visitar, são mais três dias, está lembrado?
- Eu queria todos os dias da minha vida assim.
Voltamos e minha irmã estava preocupada, achando que tínhamos nos matado. Mas quando viu os sorrisos, percebeu logo que estávamos mortos, mas de tanto prazer.
- Vem amiga, vou lhe tirar das garras desse tarado. Minha irmã disse rindo, quebrando o constrangedor silêncio.
- Fica tranqüila, Beth, que ele foi um verdadeiro cavalheiro. Disse quase às gargalhadas.
Assim foi o meu melhor feriado de Arraial do Cabo.