O Verdadeiro Prazer de Velejar
Era quinta-feira e eu já estava com tudo pronto para passar o fim-de-semana prolongado pelo feriado de sexta-feira. Assim que terminasse o expediente, partiria para Arraial do Cabo, Rio de Janeiro, onde meus pais possuem uma casa, bem de frente para o mar. Já imaginava passar o dia inteiro mergulhando ou velejando.
Mochila pronta, equipamentos de mergulho na mala de meu velho companheiro de aventuras. Tudo prontinho para um fim-de-semana de paz em contato com a natureza.
Já estava ansioso para encerrar meu expediente, quando, enfim, o relógio marcava 17 horas.
Desci e fui dirigindo meu companheiro de viagem para, em casa, engatar meu pequeno veleirinho, outro companheiro de aventura, um Hobie Cat 14, batizado carinhosamente de “Pepeca Caliente”.
Em casa, e minha irmã já estava no portão me esperando. Dou-lhe um beijo bem estalado e pergunto se ela não vai me fazer companhia.
- Vai comigo para Arraial do Cabo, mana?
- Claro, já estava te esperando para isso...
- Que ótimo! Achei que ficaria sozinho e, veja só, ainda arrumei um proeiro para os outros velejadores morrerem de inveja!
- Pois você vai ter mais companhia. Estou levando a Flavinha.
Meu sorriso se desbotou na hora. Flávia era uma amiga insuportável da minha irmã. Foi nossa vizinha há 10 anos atrás. Na época ela tinha uns 15 anos. Vivia com seu narizinho em pé, tinha uma voz horrorosa. Era magrela e por isso se achava a própria manequim.
Meu estômago revirou. Dividir por quatro dias a mesma casa com aquela menina era algo que não estava nos meus planos.
- Porra, Beth, da onde você foi desenterrar essa menina?
- A Maxi, tem quase 10 anos que não a vejo, foi impossível não convida-la.
- Ok Beth, mas há mantenha afastada de mim, por favor.
- Maxi, não vá ser anti-social, por favor! Lembra aquela última menina que você levou? Uma galinha que ficou olhando meu namorado o tempo todo?
Morri de rir e tive que dar o braço a torcer. Realmente no feriado anterior tinha levado uma “pipa voada” para lá. A Beth só esqueceu de falar que foi o meu cunhado que ficou maluco com os shortinhos que a menina usava.
- Mana, já vou. A Flávia vai com você e o Marcelo, certo? Então já vou indo porque dirigir com reboque acaba demorando muito mais.
- Tudo bem, se bem que eu preferia que você levasse a Flavinha, Beth falou rindo, mas já se retirando, antes que eu a mandasse para “algum lugar onde o sol não bate”.
Retirei o carro, engatei o barco ao reboque com ajuda do meu cunhado e parti sozinho.
Cheguei depois de seis estressantes horas de engarrafamento, e como suspeitava, meu cunhado saiu depois, mas chegou antes, justamente pela falta de agilidade que o reboque me causava. Além disso, meu velho companheiro, um Fiat Tipo 1.6, precisou parar para uma “esfriada” porque o ponteiro já indicava que ele estava para ferver e foi mais que uma desculpa para eu esfriar minha cabeça em uma cerveja bem geladinha.
Cheguei e meu cunhado veio me receber.
- Fala, brother, as meninas estão lá dentro arrumando as coisas. Vamos entrando.
Só desengatei o reboque para facilitar a retirada das coisas da mala e fomos carregando minhas tralhas e roupas para dentro de casa.
Quando passei em frente ao primeiro quarto, vi um rabo lindo empinado, desarrumando as malas. Dei uma “meia-paradinha” e meu cunhado me empurrou.
- Vamos, garoto, você tem a semana inteira para ficar olhando, comentou rindo.
- Como aquela magrela arrumou um rabo daqueles? Enorme e perfeito! Pensei na hora.
Acho que foi quando me toquei que ela deveria estar completamente diferente, agora com uns 25 anos.
Joguei minhas malas em um quarto vago e voltei correndo para pegar mais coisas, na esperança de encontrar Flavinha ainda com aquele rabo para o teto. Quando saio do quarto em direção à saída, literalmente trombo de frente com ela. Nos “abraçamos” desajeitadamente para não cair, ficando com os rostos colados.
- Oi, Flavinha, desculpe. Consegui falar sem jeito.
- Oi, Maxi. Respondeu Flavinha olhando para o chão também meio sem jeito.
Nos separamos daquele abraço casual e fomos cada um em uma direção do corredor. Olhei para trás e Flavinha também tinha se virado para uma espiadinha. Ficamos novamente sem jeito.
Nossa como a Flávia tinha ficado uma mulher linda. Os cabelos castanho-claros ganharam umas luzes que o deixaram com lindos tons de loiro. Sua pele bronzeada fazia um forte contraste com seu cabelo, deixando ela com aparência de quem pega muito sol. Seus olhos, de um intenso verde, não me deixaram reparar seu corpo, me prendendo, hipnotizado àquele olhar.
- Deixa quieto, vou esfriar minha cabeça, ela ainda deve ser um nojo de metida! Pensei quase em voz alta.
Coloquei minha roupa curta de mergulho que também uso para velejar e estava pronto para sair quando Flavinha apareceu no portão da frente:
- Vai velejar sozinho? Sua irmã disse que você não gosta...
- Vou sim, ela costuma me fazer companhia, mas nunca assim que chega. Já nem pergunto mais...
- Quer companhia? Ou eu atrapalharia?
Que simpatia. Um sorriso lindo no rosto. Definitivamente não era mais aquela magrela que conhecia. Aquela jamais se ofereceria.
- Claro que não atrapalha. Em 20 minutos você já estará velejando melhor que eu. O que não será nenhuma façanha. Comentei rindo com vontade.
- Me dá 5 minutos?
- Corre, senão te deixo aqui. Estou morrendo de saudades do mar. Brinquei sorrindo. - Peça a Beth uma camisa de algodão fininha de manga comprida. Leve esse meu protetor 60 também. Você vai precisar.
Passou alguns minutos até que a Flavinha voltou. Estava em uma saída de praia de mangas compridas e de biquine. Eu pensei em dizer-lhe para colocar algo mais confortável, mas não consegui tanta nobreza. Ela tinha um corpo perfeito. Uma falsa magra, com pernas grossas e definidas e uma barriguinha completamente lisa.
- Vamos logo. Você vai adorar passear no “Pepeca Caliente”.
- Pepeca Caliente? Criativo. Repetiu ela às gargalhadas.
Chegamos à praia e arrastei o “Pepeca Caliente” até a areia. Ela me acompanhou na montagem, achando interessante a quantidade de corda usada que era passada por todos os lados.
Flavinha perguntava tudo, mostrando-se interessada e simpática. O sorriso demonstrava que estava ansiosa para experimentar. Empurrei o Hobie Cat até a água e chamei-a.
Disse onde ela poderia ficar sentada e mostrei a ela como era simples velejar. Ela adorou quando o barco entrou em movimento, e como o vento estava forte, ficou louca com a adrenalina que é estar em um barquinho tão veloz.
Em pouco tempo já estávamos molhados e sua saída de praia branca tornou-se completamente transparente. Ela estava adorando cada minuto.
- Quer encostar em uma praia para descansar um pouco e pegar um sol? Aqui tem muitas ilhas quase selvagens.
- Eu adoraria, respondeu com aquele lindo sorriso.
Paramos em uma ilha e eu puxei o barco para a areia. Ela retirou lentamente a saída, ficando só de biquine e deitou-se no trampolim para pegar sol ali mesmo, em cima do barco. Ela estava linda.
- Você pode me passar o protetor novamente?
- Claro, respondi quase engasgando com a garganta seca.
Flavinha com um sorriso de inocência virou-se de costas.
- Passa bastante que está muito sol, disse repetindo o sorriso agora mais maroto.
Deslizei as mãos pelos ombros, e espalhava com calma até que ficasse transparente e ia espalhando mais. Desci pelas costas com a coluna durinha e musculosa de mulher magra, mas sem nenhum osso à mostra. Fui até o biquine. Depois vim passando o protetor de baixo para cima.
- Espalha, por favor, entre as pernas...
Fui passando e cheguei aos joelhos. As coxas eram marcadas por lindos músculos que com o protetor, brilhavam e tornavam-se mais e mais aparentes. Flavinha abriu as perninhas quando toquei em suas coxas, me deixando ainda mais livre para passar o bronzeador. Fui subindo e subindo... primeiro pelas costas de suas coxas, depois por dentro delas. Cheguei até o bumbum e passei com todo carinho. E sentia ela se mexendo lentamente para direcionar minha mão para suas coxas, bem próximo à bucetinha. Quando toquei ali Flavinha já respirava fundo e eu dispensava bastante tempo naquele pedacinho.
- Vira agora, para eu passar na frente.
Flavinha sorriu e disse:
- Na frente eu consigo.
- Não como eu.
Ela virou-se e respondeu:
- Com certeza, ninguém sabe passar um protetor como você...
Eu agora comecei pela barriga. Linda. Tinha um desenho maravilhoso que se acentuava com o protetor e mais ainda pela respiração cada vez mais forte. Já sentia suas pernas apertarem uma à outra, tentando algum carinho discreto em sua bucetinha. Eu continuei passeando pelo seu corpo até que recomecei a passar o produto nas suas coxas. Era linda a visão de sua cabeça jogada para trás, a boca entreaberta que teimava em não soltar nenhum gemido, por mais que eu já estivesse vendo que ele estava ali, escondido, sufocado.
Fui passar em seu rosto, delicadamente, quando senti sua mão agarrar os cabelos de minha nuca e me puxar firme, mas vagarosamente para um beijo ardente.
Brincamos com nossos lábios, tocando levemente enquanto nossos corpos já exigiam que as línguas estivessem lutando dentro das bocas. Aquele beijo seco nos deixava ainda com mais tesão. As bocas se abriam e não tardou para as línguas se tocarem, causando um delicioso choque da acides. Fui puxado para cima do trampolim do barco, e por cima de Flavinha, brincava com minhas mãos pelo seu corpo, deslizando sobre o protetor, lambuzando meu corpo no dela. Desci em beijos suaves e rápidos, pois não queria o gosto do protetor em minha boca e sim sentir o gosto daquela mulher deliciosa. Quando cheguei entre suas pernas, já estava em pé na areia com ela na quina do trampolim, retirei somente um laço de seu biquine e mergulhei minha língua naquela bucetinha deliciosa. Passava minha língua em volta de seu grelinho, dando suaves passadas na sua cabecinha, que era ligeiramente exposta. Sentia as unhas de Flavinha a rasgarem minhas mãos e puxarem meus cabelos. Ela me queria dentro de si, mas eu estava fascinado com seu sabor e com o que a minha língua fazia com seu corpo. Minha língua buscava o interior de sua vagina, e voltava completamente encharcada para acariciar novamente seu grelinho agora totalmente lambuzado. Flavinha babava paixão em minha boca, derramando seu gosto em meu rosto. Ela dificultava meu delicioso trabalho quando, descontrolada, tentava fechar as pernas, não agüentando mais a excitação que minha língua proporcionava.
Aproveitei para acariciar de leve com meu dedo a entrada de sua vagina e me enchia de desejo ver o quanto Flavinha estava molhada. Os carinhos com o dedo eram suaves, somente na portinha, com o dedo encontrando-se toda hora com minha língua, cada vez mais insaciável e sedenta.
- Chega, não agüento mais. Implorou entre gemidos entrecortados de espasmos.
Ignorava os pedidos de Flavinha até que ela gozou na minha boca em violentos espasmos que lhe tiravam as costas da lona do trampolim. Levantando-se até ficar de pé também na areia, Flavinha relaxava do gostoso orgasmo que experimentou, me beijando e abraçando carinhosamente. Estava mole e relaxada, segura pelos meus braços e pelo apoio do barco encostado em sua bunda. Ficamos nos beijando até que ela relaxasse completamente, aproveitando aquele gozo feroz até o fim. Quando senti que Flavinha já estava ficando excitada novamente com nossos beijos e carinhos, coloquei-a se costas para mim. Apoiadinha no barco, Flavinha abriu suas perninhas grossas e empinou aquele rabo perfeito. Pensando que eu iria, enfim, penetrá-la. Surpreendi aquela mulher deliciosa, quando comecei novamente a chupar aquele corpinho. Agora minha língua percorria o rego daquela bunda linda. Chegava até seu rabinho e brincava ao redor. Nessa hora, Flavinha soltava urros de tesão e rebolava para que minha língua tocasse em sua bucetinha, que escorria pelas coxas. Brinquei com aquele rabinho, acariciando em volta, nas suas preguinhas até não agüentar mais de tesão. Então fui subindo até encaixar meu pau naquela bucetinha deliciosa. Estava tudo alagado e fervendo. Meu pau foi sugado pela primeira rebolada de Flavinha, que não me deixou tortura-la penetrando aos pouquinhos. Engoliu-me com uma forte rebolada e manteve-se assim, praticamente me fudendo com aquela bunda deliciosa, que batia em meu quadril enquanto eu tentava acompanhar seu ritmo, lhe estocando com força. Ela tinha um rebolado delicioso, redondo. Sua bunda fazia meu pau tocar em todos os lugares possíveis dentro do seu corpo, me causando um prazer sensacional.
Flavinha gozou rapidamente assim. Arranhou meu braço com força e largou-se esparramada no trampolim do Hobie Cat. Fiquei ali, acariciando-lhe as costas, com meu pau quietinho dentro, ainda duro por não ter gozado. Deixei-a novamente se recuperar e curtir esse novo orgasmo tão intenso quanto o anterior. Tirei meu pau de dentro dela, sentindo centímetro por centímetro seu calor e comecei a brincar no seu rabinho.
- Você é louco, vai me machucar assim...
- Só estou brincando, como fiz com minha língua...
- Você não tem idéia de como sua língua me deixou curiosa...
Fiquei brincando com meu pau ali no seu rabinho, lambuzando em sua bucetinha e empurrando um pouquinho. Seu cuzinho estava relaxando com a carícia inusitada e cada vez que passava meu pau no seu mel e pincelava seu rabinho, a cabeça entrava um pouquinho mais e mais.
Não tardou para Flavinha perceber que já estava todo enterrado dentro de seu rabinho que, relaxado, estava morrendo de prazer com aquela coluna de carne a acariciar um pedacinho não explorado de seu lindo corpo.
Por mais relaxado que estivesse aquele rabinho virgem me apertava o pau, de maneira tão suave e potente, que gozei em alguns minutos depois, esporrando aquele túnel virgem bem no fundo.
- Nossa! Nunca imaginei que pudesse ser tão gostoso meu primeiro anal. Foi incrível como deu para sentir você explodindo dentro de mim, o leite quente me invadindo...
- Foi tudo fantástico. Perfeito.
Nadamos um pouco, nos beijando dentro da água, brincamos, conversamos. Foi uma delícia de namoro.
- Vamos embora, sua irmã vai ficar preocupada, disse Flavinha.
- Acho que vamos ter que passar a noite aqui. Não tem vento.
- Sei... é o velho truque do carro com algum problema, só que em versão marítima? Brincou sorrindo.
- Como você adivinhou? Também sorri.
- Adivinhei, porque se tivesse ventando mais, essas árvores iriam cair, engraçadinho!
- Tudo bem, mas eu achava mais seguro passar a noite inteira aqui. Insisti sorrindo.
- Temos outras ilhas para visitar, são mais três dias, está lembrado?
- Eu queria todos os dias da minha vida assim.
Voltamos e minha irmã estava preocupada, achando que tínhamos nos matado. Mas quando viu os sorrisos, percebeu logo que estávamos mortos, mas de tanto prazer.
- Vem amiga, vou lhe tirar das garras desse tarado. Minha irmã disse rindo, quebrando o constrangedor silêncio.
- Fica tranqüila, Beth, que ele foi um verdadeiro cavalheiro. Disse quase às gargalhadas.
Assim foi o meu melhor feriado de Arraial do Cabo.
Mochila pronta, equipamentos de mergulho na mala de meu velho companheiro de aventuras. Tudo prontinho para um fim-de-semana de paz em contato com a natureza.
Já estava ansioso para encerrar meu expediente, quando, enfim, o relógio marcava 17 horas.
Desci e fui dirigindo meu companheiro de viagem para, em casa, engatar meu pequeno veleirinho, outro companheiro de aventura, um Hobie Cat 14, batizado carinhosamente de “Pepeca Caliente”.
Em casa, e minha irmã já estava no portão me esperando. Dou-lhe um beijo bem estalado e pergunto se ela não vai me fazer companhia.
- Vai comigo para Arraial do Cabo, mana?
- Claro, já estava te esperando para isso...
- Que ótimo! Achei que ficaria sozinho e, veja só, ainda arrumei um proeiro para os outros velejadores morrerem de inveja!
- Pois você vai ter mais companhia. Estou levando a Flavinha.
Meu sorriso se desbotou na hora. Flávia era uma amiga insuportável da minha irmã. Foi nossa vizinha há 10 anos atrás. Na época ela tinha uns 15 anos. Vivia com seu narizinho em pé, tinha uma voz horrorosa. Era magrela e por isso se achava a própria manequim.
Meu estômago revirou. Dividir por quatro dias a mesma casa com aquela menina era algo que não estava nos meus planos.
- Porra, Beth, da onde você foi desenterrar essa menina?
- A Maxi, tem quase 10 anos que não a vejo, foi impossível não convida-la.
- Ok Beth, mas há mantenha afastada de mim, por favor.
- Maxi, não vá ser anti-social, por favor! Lembra aquela última menina que você levou? Uma galinha que ficou olhando meu namorado o tempo todo?
Morri de rir e tive que dar o braço a torcer. Realmente no feriado anterior tinha levado uma “pipa voada” para lá. A Beth só esqueceu de falar que foi o meu cunhado que ficou maluco com os shortinhos que a menina usava.
- Mana, já vou. A Flávia vai com você e o Marcelo, certo? Então já vou indo porque dirigir com reboque acaba demorando muito mais.
- Tudo bem, se bem que eu preferia que você levasse a Flavinha, Beth falou rindo, mas já se retirando, antes que eu a mandasse para “algum lugar onde o sol não bate”.
Retirei o carro, engatei o barco ao reboque com ajuda do meu cunhado e parti sozinho.
Cheguei depois de seis estressantes horas de engarrafamento, e como suspeitava, meu cunhado saiu depois, mas chegou antes, justamente pela falta de agilidade que o reboque me causava. Além disso, meu velho companheiro, um Fiat Tipo 1.6, precisou parar para uma “esfriada” porque o ponteiro já indicava que ele estava para ferver e foi mais que uma desculpa para eu esfriar minha cabeça em uma cerveja bem geladinha.
Cheguei e meu cunhado veio me receber.
- Fala, brother, as meninas estão lá dentro arrumando as coisas. Vamos entrando.
Só desengatei o reboque para facilitar a retirada das coisas da mala e fomos carregando minhas tralhas e roupas para dentro de casa.
Quando passei em frente ao primeiro quarto, vi um rabo lindo empinado, desarrumando as malas. Dei uma “meia-paradinha” e meu cunhado me empurrou.
- Vamos, garoto, você tem a semana inteira para ficar olhando, comentou rindo.
- Como aquela magrela arrumou um rabo daqueles? Enorme e perfeito! Pensei na hora.
Acho que foi quando me toquei que ela deveria estar completamente diferente, agora com uns 25 anos.
Joguei minhas malas em um quarto vago e voltei correndo para pegar mais coisas, na esperança de encontrar Flavinha ainda com aquele rabo para o teto. Quando saio do quarto em direção à saída, literalmente trombo de frente com ela. Nos “abraçamos” desajeitadamente para não cair, ficando com os rostos colados.
- Oi, Flavinha, desculpe. Consegui falar sem jeito.
- Oi, Maxi. Respondeu Flavinha olhando para o chão também meio sem jeito.
Nos separamos daquele abraço casual e fomos cada um em uma direção do corredor. Olhei para trás e Flavinha também tinha se virado para uma espiadinha. Ficamos novamente sem jeito.
Nossa como a Flávia tinha ficado uma mulher linda. Os cabelos castanho-claros ganharam umas luzes que o deixaram com lindos tons de loiro. Sua pele bronzeada fazia um forte contraste com seu cabelo, deixando ela com aparência de quem pega muito sol. Seus olhos, de um intenso verde, não me deixaram reparar seu corpo, me prendendo, hipnotizado àquele olhar.
- Deixa quieto, vou esfriar minha cabeça, ela ainda deve ser um nojo de metida! Pensei quase em voz alta.
Coloquei minha roupa curta de mergulho que também uso para velejar e estava pronto para sair quando Flavinha apareceu no portão da frente:
- Vai velejar sozinho? Sua irmã disse que você não gosta...
- Vou sim, ela costuma me fazer companhia, mas nunca assim que chega. Já nem pergunto mais...
- Quer companhia? Ou eu atrapalharia?
Que simpatia. Um sorriso lindo no rosto. Definitivamente não era mais aquela magrela que conhecia. Aquela jamais se ofereceria.
- Claro que não atrapalha. Em 20 minutos você já estará velejando melhor que eu. O que não será nenhuma façanha. Comentei rindo com vontade.
- Me dá 5 minutos?
- Corre, senão te deixo aqui. Estou morrendo de saudades do mar. Brinquei sorrindo. - Peça a Beth uma camisa de algodão fininha de manga comprida. Leve esse meu protetor 60 também. Você vai precisar.
Passou alguns minutos até que a Flavinha voltou. Estava em uma saída de praia de mangas compridas e de biquine. Eu pensei em dizer-lhe para colocar algo mais confortável, mas não consegui tanta nobreza. Ela tinha um corpo perfeito. Uma falsa magra, com pernas grossas e definidas e uma barriguinha completamente lisa.
- Vamos logo. Você vai adorar passear no “Pepeca Caliente”.
- Pepeca Caliente? Criativo. Repetiu ela às gargalhadas.
Chegamos à praia e arrastei o “Pepeca Caliente” até a areia. Ela me acompanhou na montagem, achando interessante a quantidade de corda usada que era passada por todos os lados.
Flavinha perguntava tudo, mostrando-se interessada e simpática. O sorriso demonstrava que estava ansiosa para experimentar. Empurrei o Hobie Cat até a água e chamei-a.
Disse onde ela poderia ficar sentada e mostrei a ela como era simples velejar. Ela adorou quando o barco entrou em movimento, e como o vento estava forte, ficou louca com a adrenalina que é estar em um barquinho tão veloz.
Em pouco tempo já estávamos molhados e sua saída de praia branca tornou-se completamente transparente. Ela estava adorando cada minuto.
- Quer encostar em uma praia para descansar um pouco e pegar um sol? Aqui tem muitas ilhas quase selvagens.
- Eu adoraria, respondeu com aquele lindo sorriso.
Paramos em uma ilha e eu puxei o barco para a areia. Ela retirou lentamente a saída, ficando só de biquine e deitou-se no trampolim para pegar sol ali mesmo, em cima do barco. Ela estava linda.
- Você pode me passar o protetor novamente?
- Claro, respondi quase engasgando com a garganta seca.
Flavinha com um sorriso de inocência virou-se de costas.
- Passa bastante que está muito sol, disse repetindo o sorriso agora mais maroto.
Deslizei as mãos pelos ombros, e espalhava com calma até que ficasse transparente e ia espalhando mais. Desci pelas costas com a coluna durinha e musculosa de mulher magra, mas sem nenhum osso à mostra. Fui até o biquine. Depois vim passando o protetor de baixo para cima.
- Espalha, por favor, entre as pernas...
Fui passando e cheguei aos joelhos. As coxas eram marcadas por lindos músculos que com o protetor, brilhavam e tornavam-se mais e mais aparentes. Flavinha abriu as perninhas quando toquei em suas coxas, me deixando ainda mais livre para passar o bronzeador. Fui subindo e subindo... primeiro pelas costas de suas coxas, depois por dentro delas. Cheguei até o bumbum e passei com todo carinho. E sentia ela se mexendo lentamente para direcionar minha mão para suas coxas, bem próximo à bucetinha. Quando toquei ali Flavinha já respirava fundo e eu dispensava bastante tempo naquele pedacinho.
- Vira agora, para eu passar na frente.
Flavinha sorriu e disse:
- Na frente eu consigo.
- Não como eu.
Ela virou-se e respondeu:
- Com certeza, ninguém sabe passar um protetor como você...
Eu agora comecei pela barriga. Linda. Tinha um desenho maravilhoso que se acentuava com o protetor e mais ainda pela respiração cada vez mais forte. Já sentia suas pernas apertarem uma à outra, tentando algum carinho discreto em sua bucetinha. Eu continuei passeando pelo seu corpo até que recomecei a passar o produto nas suas coxas. Era linda a visão de sua cabeça jogada para trás, a boca entreaberta que teimava em não soltar nenhum gemido, por mais que eu já estivesse vendo que ele estava ali, escondido, sufocado.
Fui passar em seu rosto, delicadamente, quando senti sua mão agarrar os cabelos de minha nuca e me puxar firme, mas vagarosamente para um beijo ardente.
Brincamos com nossos lábios, tocando levemente enquanto nossos corpos já exigiam que as línguas estivessem lutando dentro das bocas. Aquele beijo seco nos deixava ainda com mais tesão. As bocas se abriam e não tardou para as línguas se tocarem, causando um delicioso choque da acides. Fui puxado para cima do trampolim do barco, e por cima de Flavinha, brincava com minhas mãos pelo seu corpo, deslizando sobre o protetor, lambuzando meu corpo no dela. Desci em beijos suaves e rápidos, pois não queria o gosto do protetor em minha boca e sim sentir o gosto daquela mulher deliciosa. Quando cheguei entre suas pernas, já estava em pé na areia com ela na quina do trampolim, retirei somente um laço de seu biquine e mergulhei minha língua naquela bucetinha deliciosa. Passava minha língua em volta de seu grelinho, dando suaves passadas na sua cabecinha, que era ligeiramente exposta. Sentia as unhas de Flavinha a rasgarem minhas mãos e puxarem meus cabelos. Ela me queria dentro de si, mas eu estava fascinado com seu sabor e com o que a minha língua fazia com seu corpo. Minha língua buscava o interior de sua vagina, e voltava completamente encharcada para acariciar novamente seu grelinho agora totalmente lambuzado. Flavinha babava paixão em minha boca, derramando seu gosto em meu rosto. Ela dificultava meu delicioso trabalho quando, descontrolada, tentava fechar as pernas, não agüentando mais a excitação que minha língua proporcionava.
Aproveitei para acariciar de leve com meu dedo a entrada de sua vagina e me enchia de desejo ver o quanto Flavinha estava molhada. Os carinhos com o dedo eram suaves, somente na portinha, com o dedo encontrando-se toda hora com minha língua, cada vez mais insaciável e sedenta.
- Chega, não agüento mais. Implorou entre gemidos entrecortados de espasmos.
Ignorava os pedidos de Flavinha até que ela gozou na minha boca em violentos espasmos que lhe tiravam as costas da lona do trampolim. Levantando-se até ficar de pé também na areia, Flavinha relaxava do gostoso orgasmo que experimentou, me beijando e abraçando carinhosamente. Estava mole e relaxada, segura pelos meus braços e pelo apoio do barco encostado em sua bunda. Ficamos nos beijando até que ela relaxasse completamente, aproveitando aquele gozo feroz até o fim. Quando senti que Flavinha já estava ficando excitada novamente com nossos beijos e carinhos, coloquei-a se costas para mim. Apoiadinha no barco, Flavinha abriu suas perninhas grossas e empinou aquele rabo perfeito. Pensando que eu iria, enfim, penetrá-la. Surpreendi aquela mulher deliciosa, quando comecei novamente a chupar aquele corpinho. Agora minha língua percorria o rego daquela bunda linda. Chegava até seu rabinho e brincava ao redor. Nessa hora, Flavinha soltava urros de tesão e rebolava para que minha língua tocasse em sua bucetinha, que escorria pelas coxas. Brinquei com aquele rabinho, acariciando em volta, nas suas preguinhas até não agüentar mais de tesão. Então fui subindo até encaixar meu pau naquela bucetinha deliciosa. Estava tudo alagado e fervendo. Meu pau foi sugado pela primeira rebolada de Flavinha, que não me deixou tortura-la penetrando aos pouquinhos. Engoliu-me com uma forte rebolada e manteve-se assim, praticamente me fudendo com aquela bunda deliciosa, que batia em meu quadril enquanto eu tentava acompanhar seu ritmo, lhe estocando com força. Ela tinha um rebolado delicioso, redondo. Sua bunda fazia meu pau tocar em todos os lugares possíveis dentro do seu corpo, me causando um prazer sensacional.
Flavinha gozou rapidamente assim. Arranhou meu braço com força e largou-se esparramada no trampolim do Hobie Cat. Fiquei ali, acariciando-lhe as costas, com meu pau quietinho dentro, ainda duro por não ter gozado. Deixei-a novamente se recuperar e curtir esse novo orgasmo tão intenso quanto o anterior. Tirei meu pau de dentro dela, sentindo centímetro por centímetro seu calor e comecei a brincar no seu rabinho.
- Você é louco, vai me machucar assim...
- Só estou brincando, como fiz com minha língua...
- Você não tem idéia de como sua língua me deixou curiosa...
Fiquei brincando com meu pau ali no seu rabinho, lambuzando em sua bucetinha e empurrando um pouquinho. Seu cuzinho estava relaxando com a carícia inusitada e cada vez que passava meu pau no seu mel e pincelava seu rabinho, a cabeça entrava um pouquinho mais e mais.
Não tardou para Flavinha perceber que já estava todo enterrado dentro de seu rabinho que, relaxado, estava morrendo de prazer com aquela coluna de carne a acariciar um pedacinho não explorado de seu lindo corpo.
Por mais relaxado que estivesse aquele rabinho virgem me apertava o pau, de maneira tão suave e potente, que gozei em alguns minutos depois, esporrando aquele túnel virgem bem no fundo.
- Nossa! Nunca imaginei que pudesse ser tão gostoso meu primeiro anal. Foi incrível como deu para sentir você explodindo dentro de mim, o leite quente me invadindo...
- Foi tudo fantástico. Perfeito.
Nadamos um pouco, nos beijando dentro da água, brincamos, conversamos. Foi uma delícia de namoro.
- Vamos embora, sua irmã vai ficar preocupada, disse Flavinha.
- Acho que vamos ter que passar a noite aqui. Não tem vento.
- Sei... é o velho truque do carro com algum problema, só que em versão marítima? Brincou sorrindo.
- Como você adivinhou? Também sorri.
- Adivinhei, porque se tivesse ventando mais, essas árvores iriam cair, engraçadinho!
- Tudo bem, mas eu achava mais seguro passar a noite inteira aqui. Insisti sorrindo.
- Temos outras ilhas para visitar, são mais três dias, está lembrado?
- Eu queria todos os dias da minha vida assim.
Voltamos e minha irmã estava preocupada, achando que tínhamos nos matado. Mas quando viu os sorrisos, percebeu logo que estávamos mortos, mas de tanto prazer.
- Vem amiga, vou lhe tirar das garras desse tarado. Minha irmã disse rindo, quebrando o constrangedor silêncio.
- Fica tranqüila, Beth, que ele foi um verdadeiro cavalheiro. Disse quase às gargalhadas.
Assim foi o meu melhor feriado de Arraial do Cabo.

1 Comments:
Os detalhes são tão verossímeis que cheguei a sentir inveja da Flavinha... e não resisti ao ímpeto. Poderoso, esse Sr. Max, consegue dar prazer à distância e virtual! rs...
6:38 PM
Post a Comment
<< Home