Elisa
Parte I
Conheci Elisa através de um conto erótico que publiquei na net, contendo um email e um MSN criados exclusivamente para ter um canal de contato com os leitores sem me expor. No começo, como não poderia deixar de ser, as conversas eram pura diversão. Falávamos de fantasias, desejos, e nos divertíamos um com o outro. Com o tempo, porém, fomos nos conhecendo, trocamos fotos, fui me surpreendendo com o quanto Li era linda, inteligente e madura. Descobri que Li tinha namorado e confesso que por algum tempo me afastei, porque começava a desejar demais aquela mulher com rosto de menina e com tantas qualidades que me atraiam.
O tempo passou e em uma segunda-feira começamos a nos chegar mais novamente. Li tinha rompido seu namoro, o que me deixou mais atordoado. Nessa mesma semana trocamos as primeiras palavras ao telefone. Fiquei alucinado com sua voz linda e seu jeito. O desejo de conhecer Li tinha se transformado em algo que não dava mais para ficar guardado. Nesse dia parecia que tudo conspirava, Li me mostrava fotos dela, coisa que eu evitava ver porque me torturava demais. Começamos a conversar sobre fantasias, preferências, mas dessa vez parecia real, a brincadeira tinha acabado e o desejo a intimidade parecia ter chegado. Contei para a Li o quanto desejava ela e marcamos de nos conhecer ainda naquela semana. Eu a buscaria na saída do trabalho. Tudo combinado, fui para casa. O tempo demorava a passar, e Li não saía da minha cabeça. Resolvi tomar um banho frio, precisava dormir. Enquanto tirava minhas roupas o rosto de Li não saía do meu pensamento, entrei no chuveiro e a água corria pelos meus cabelos, rosto, peito... Era como se Li estivesse ali, me acariciando, tão invisível e tão presente quanto possível.
De olhos fechados, sentia as mãos de Li me acariciando suave e gostosamente. Uma de suas macias mãos subia e descia me masturbando gostoso, enquanto a outra desfilava pelo meu peito e barriga. O prazer tomava conta do meu corpo e os gemidos se tornavam mais e mais intensos até eu explodir no mais gostoso orgasmo que já tinha experimentado. Demorei alguns segundos para voltar à terra e descobrir que estava só no chuveiro, apesar do prazer experimentado gritar que não, gritar que Li estava ali, tão presente quanto alguém jamais esteve.
Terminei o banho e fui me deitar. Relaxado, foi possível adormecer sem rolar tanto na cama, pensando naquela mulher que estava me enlouquecendo de desejo.
No dia seguinte, o trabalho intenso pela manhã não me deixou conversar com Elisa, e talvez tenha ajudado a suportar a ansiedade. A noite eu a encontraria e as horas passavam lentas. A tarde foi ainda pior. Com ela presente na telinha do meu computador as horas demoravam ainda mais, as provocações continuavam, a sedução estava em cada palavra, molhando nossos corpos, temperando o primeiro encontro.
Enfim, a hora chegou e fui conhecer a mulher que mesmo sem nunca ter visto tinha me proporcionado paixão, desejo e até um grande prazer.
Encontramos-nos e correu tudo muito bem. Fomos tomar sundae no mirante da barra, que por incrível que pareça, estava completamente deserto. Conversamos sorrindo, muito próximos e o clima não demorou a pintar. Ficamos em silêncio enquanto nossos rotos se aproximavam lentamente, como por magnetismo. Os lábios se tocaram suavemente, como um leve toque, depois um suava beijo no lábio superior enquanto Li beijava meu lábio inferior. Ficamos beijando e nos tocando com nossas bocas, sentindo a respiração se alterando junto com o desejo de mais...muito mais... Nesse momento abri por um segundo os olhos e vi Li. Lábios entreabertos, lindos dentes arredondados moldurando uma língua que me buscava, olhos suavemente fechados. Quando minha língua tocou a sua, meus olhos agora novamente fechados ainda viam ainda essa imagem maravilhosa. Ela era linda. Como por choque, o encontro de nossas línguas fez nossos corpos se juntarem, a suavidade transformou-se em fome, em desejo.
As línguas se tocavam mesmo quando os lábios não estava colados. Os beijos já passeavam fora das bocas, chupando pescoços, orelhas e ombros. As mãos agora se apalpavam firmes, passando firmes pelas costas. Virei Li de costas e matei toda a minha vontade de tocar seu corpo enquanto beijava e mordia sua nuca. O desejo tomava conta dos corpos quando minha mão tentava entrar pelo jeans apertado de Li, que abriu seu botão e desceu o zíper, liberando o caminho para minha mão. Li gemia alto com meus carinhos ainda por cima da calcinha macia de malha. A calcinha ensopada combinava com sua respiração ofegante e seus lindos gemidos. Quando meus dedos entraram pela calcinha ensopada e tocou a pele molhada e quente, Elisa estremeceu, mordendo minha mão que tocava seus lábios, enquanto os meus beijavam seu pescoço e ombros. Quanto mais carinhos mais quente e encharcada Li ficava, me deixando ainda mais louco de tesão, com mais vontade de agradar com meus carinhos. Em um momento maravilhoso, Li começa a gozar. Linda, intensa. Percebendo tentei intensificar os carinhos, na vontade de aumentar ainda mais o seu prazer, mas Li arrancou minha mão de sua bucetinha, não agüentando mais o toque pela sensibilidade deixada pelo gostoso orgasmo. Vira-se e me dá um gostoso beijo. Um beijo de felicidade e agradecimento. Sorrimos sem dar uma palavra e nos abraçamos vendo o mar até a hora de levá-la para casa. Deixei Li em casa e nos despedimos com um suave beijinho. Tive vontade de abraçá-la e não deixar ela ir para longe de mim.
Na manhã seguinte seu celular recebia uma mensagem dizendo o quanto eu tinha adorado nosso primeiro encontro.
Minutos depois, Li aparecia no MSN. Conversamos o dia inteiro entre as tarefas do trabalho. O clima agora era sempre quente. Quente e carinhoso em uma mistura perfeita. Convidei Li para ver uns DVDs em minha casa. Passaríamos todo o sábado juntos e ela adorou a idéia e aceitou de imediato.
A semana transcorreu de vagar mas a ansiedade inicial tinha passado, nos deixando tão à vontade que parecia que era nossa milésima vez juntos. Li disse que talvez me fizesse uma surpresa. A ansiedade foi despertada pela curiosidade. Li já me enlouquecia naturalmente com seu jeito, sua voz. Imaginei essa menina linda me excitando de propósito e pirei nas possibilidades. Era melhor não ficar imaginando, seria torturante ter imagens dela povoando meu pensamento a semana inteira.
O sábado chegou e encontrei Li no local que ela escolheu. Viemos para minha casa e ainda subindo as escadas os beijos começaram e continuaram até o sofá. As mãos de Li percorriam minhas coxas e já tocavam com firmeza meu pau por cima da calça enquanto a minha já sentia o tecido de sua calcinha úmida por baixo da mini saia. Ofegante de desejo, Li se afasta e me pede calma. Eu entendo, apesar do tesão e da frustração. Ela me pergunta pelo banheiro. Eu fico na sala, respirando fundo de olhos fechados, tentando controlar o desejo e minha paixão por aquela mulher maravilhosa. Sinto um toque suave em meu ombro e quando me viro, tenho a visão mais linda que já tive: Uma mulher linda, com jeitinho e rosto de menina, envergonhada dentro de um lindo e meigo espartilho negro de bolinhas brancas. Li só ficou à vontade quando viu o que sua “surpresa” produziu em mim. Sentiu-se poderosa, linda e sensual. Eu apenas babava calado e estático, sem conseguir que um único elogio saísse de minha boca. Li com a voz rouca de nervoso me pergunta:
- Ficou mudo?
- Completamente. Disse com a boca tão seca que pensei que ela não teria escutado.
- Sem reação também?
Agarrei aquela mulher que sorria, saboreando o efeito da sua “surpresa” maravilhosa sobre mim. Demorou alguns segundos para entrar em harmonia com meu tesão, então Li já me beijava ardentemente. Sentou-se em meu colo, um joelho de cada lado do meu corpo, rebolando suavemente, esfregando sua bucetinha ainda com a mini-calcinha agora já molhada de desejo. Arrancou minha camisa e começou a beijar meu corpo, descendo, peito, barriga. Sempre me olhando nos olhos, provocando, poderosa, dominante. Abiu minha calça e desceu, zíper e abaixou apenas um pouco. Sua língua passeava pela marca de minha sunga, me deixando louco. Colocou meu pau para fora e me punhetava olhando em meus olhos. Não tinha mais cara de menina. Nenhum traço de inocência naquele rosto que me desafiava enquanto sua mão subia e descia. Meus olhos se fecharam e a cabeça pendeu para traz em um momento de tesão, quando sinto a boca de Li me engolindo. Li chupava gostoso e parava apenas para me enlouquecer com aquele olhar profundo e provocante:
- Você me fez gozar gostoso no mirante. Agora quero você gozando para mim. Agora eu quero assistir você gozar...
Eu não conseguia responder. Não queria gozar. Não naquele momento, mas Li dominava a cena e me chupando tão gostoso não me deixava pensar, reagir.
- Goza na minha boquinha. Dizia Li, enquanto me encarava me punhetando rápido e forte.
A intenção era clara de me assistir explodindo num orgasmo.
Não demorou e eu comecei a dar indícios que iria gozar. Li percebendo provocou ainda mais:
- Goza pra mim. Dá seu leitinho pra mim...
Ouvindo aquela mulher linda dizer aquilo, gozei intensamente, enquanto Li sorvia todo meu gozo. Depois sorriu satisfeita com o que havia feito comigo. Eu tinha explodido e agora “viajava de volta à terra”. Li sentou-se novamente sobre meu colo e me beijou muito gostoso.
Me ver e me provocar daquele jeito havia deixado Li doida de tesão e ela beijava rebolando em meu colo freneticamente.
Deitai-a no sofá e minha boca foi provando seu lindo corpinho. Afastei seu soutien e chupei seus pequenos e perfeitos seios. Minha boca alcançou sua barriguinha, brincando e torturando com minha língua. Passeava minha língua em sua virilha e afastava levemente a calcinha para alcançar a marquinha de biquine. Chegava muito próximo à sua bucetinha e recuava, fazendo Elisa arquear o corpo ao encontro de minha língua. Em uma dessas arqueadas minha língua se afundou de uma vez dentro de Li, arrancando um urro de prazer e alívio. Agora não mais a torturava e enlouquecia de desejo. Agora apenas procurava o jeito, o lugar, apenas procurava dar o prazer que ela tanto merecia. Li agora se contorcia mais, muito mais lentamente. Minha língua brincava em sua bucetinha e seu corpinho respondia, conversava comigo, me mostrando o caminho:
- Goza na minha boca, Li. Quero te ver gozando. Quero assistir daqui de pertinho...
Li gozou muito gostoso. Seus músculos tremeram, suas costas desgrudaram-se do sofá, se arqueando inteira, contraída para depois relaxar, me puxando para o mais gostoso beijo da minha vida...
Fomos tomar um banho. Estávamos encharcados de suor e gozos. Não pude deixar de lembrar que era a realização do sonho. Aquela mulher estava ali, exatamente como no meu sonho acordado tinha estado...
Parte II
Começamos a sair freqüentemente e em pouco tempo já estávamos juntos. A química era perfeita e cada vez mais a intimidade nos liberava para ora ou outra contar alguma fantasia enquanto transávamos.
Confessei à Li que gostaria de transar com outro casal no mesmo ambiente sem trocas e ela se mostrou curiosa demais. Vi seus lindos olhinhos brilhando e resolvi arriscar uma surpresa.
Um dia Li chegou em minha casa, tocou a campainha e eu abri o portão, pelo porteiro eletrônico. Ela subiu e me encontrou com um casal de amigos. Era um muito jovem casal, mas experientes praticantes de swing que conheci na NET. Já os conhecia a muito tempo, por ter topado participar de uma festinha a algum tempo. Eles chamavam-se Mônica e Beto. Li não percebeu nada diferente e sentou-se ao meu lado no sofá. Bebíamos vinho e conversávamos. Li já estava completamente solta, sorria de tudo, estava linda demais. Mônica colocou uma música e começou a dançar. Li ameaçou levantar para fazer o mesmo, mas eu a segurei e a abracei, não queria ela naquela “pista” de maneira nenhuma. Beto levantou-se e começou a dançar com Mônica, que sensualmente desfilava as mãos pelo seu corpo. Li se divertia com a cena e suas mãos já apertavam com firmeza minha coxa, mostrando que a brincadeira de Mônica a estava deixando nervosa. Mônica desceu rebolando e com agilidade, desabotoou a calça de Beto e colocando seu pau para fora, começou a chupá-lo ali na nossa frente. Li fez uma cara de indignação, ameaçando ir embora, quando eu segurei-a pelo braço abracei contra meu peito e disse em seu ouvido:
- Calma, confia em mim. Essa brincadeira não vai mais longe do que você gostaria que fosse.
Li ainda estava constrangida e extremamente nervosa, mas a agilidade e naturalidade com que Mônica chupava seu marido na nossa frente começou a excitar Li extremamente. Eu aproveitava para provocá-la:
- Está gostando do showzinho que preparei para você?
- Não sei ainda... estou confusa.
- Então relaxa... só confia em mim.
Já nos beijávamos ardentemente e quando estava beijando o pescoço de Li, notava ela espiando o casal e notava também que quando encontrava minha boca novamente seus beijos eram mais intensos. Quando Li abriu seus olhos mais uma vez, Viu que Mônica e Beto já estavam completamente nus. Mônica estava de quatro, virada de frente para Elisa e gemia alto enquanto Beto socava em sua buceta de maneira exagerada e teatral. A intenção era mesmo enlouquecer Elisa. Nessa hora Li buscava meu pau dentro da calça, precisava de algo dentro dela, o tesão estava tomando conta de nossos corpos. Arranquei a sua camisa e todos puderam ver seu lindo corpo, seus lindos peitinhos pequeninos. Vi o quanto o casal desejava minha Li, ficaram loucos com aquele corpinho. Logo sua saia e minha calça estavam jogados pelo chão. Não demorou muito e Li me cavalgava no sofá do jeito que mais gosto, de frente para mim, com aqueles lindos peitinhos próximo à minha boca, me deixando louco. Ela não tirava os olhos do casal, que por sua vez, babava no jeitinho delicioso de Li cavalgar. Li gritava cavalgando no meu pau, e minhas mãos a seguravam pelos cabelos com muito tesão...
Mônica agora encontrava-se deitada no sofá com as pernas nos ombros de Beto que estocava seu pau em sua bucetinha violentamente.
Puxei Li e coloquei-a de 4 a centímetros da buceta de Mônica, de onde ela via aquela morena linda engolir o pau furioso de Beto. Nessa hora já estocava forte a bucetinha de Li, que rebolava muito gostoso. Levantei e sentei Li ao lado de Mônica e coloquei seus pés em meu ombro, Fudiamos igual, lado a lado. De repente Beto anuncia que vai gozar e para surpresa de Li, eu peço:
- Goza na minha gatinha. Sei que todos ficaram loucos com esses peitinhos lindos. Goza neles, enche ela de porra de outro homem.
Beto gozou e Li, enlouquecida espalhou pelo corpo, como um creme quente... Logo eu também estava gozando e também lambuzei seus peitinhos lindos, e Li novamente espalhou pelo corpo, não sem antes, com um dedinho levar meu gozo até sua boca e simular provar meu gosto.
Ficamos abraçados nus no tapete da sala, e, como combinado, Mônica e Beto se vestiram, deram um fraterno beijinho na testa de Li e se foram.
- Espero que tenha gostado da surpresa, amor.
- Adorei, foi muito louco.
- Foi nossa primeira loucura juntos.
- Espero que a primeira de muitas.
Ficamos por horas ainda naquela sala, Lambuzados de gozo, nos beijando e fazendo amor.

2 Comments:
Ai ai...amor meu! queria realizar minha fantasia com vc...
11:14 AM
nossa, adorei esse conto fiquei até excitada, deve ser muito bom poder realizar nossas fantasias.Beijos
1:26 PM
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