Textos de ficção erótica. Não recomendado para menores de 18 anos. Literatura Adulta.

Monday, August 07, 2006

Elisa

Parte I
Conheci Elisa através de um conto erótico que publiquei na net, contendo um email e um MSN criados exclusivamente para ter um canal de contato com os leitores sem me expor. No começo, como não poderia deixar de ser, as conversas eram pura diversão. Falávamos de fantasias, desejos, e nos divertíamos um com o outro. Com o tempo, porém, fomos nos conhecendo, trocamos fotos, fui me surpreendendo com o quanto Li era linda, inteligente e madura. Descobri que Li tinha namorado e confesso que por algum tempo me afastei, porque começava a desejar demais aquela mulher com rosto de menina e com tantas qualidades que me atraiam.
O tempo passou e em uma segunda-feira começamos a nos chegar mais novamente. Li tinha rompido seu namoro, o que me deixou mais atordoado. Nessa mesma semana trocamos as primeiras palavras ao telefone. Fiquei alucinado com sua voz linda e seu jeito. O desejo de conhecer Li tinha se transformado em algo que não dava mais para ficar guardado. Nesse dia parecia que tudo conspirava, Li me mostrava fotos dela, coisa que eu evitava ver porque me torturava demais. Começamos a conversar sobre fantasias, preferências, mas dessa vez parecia real, a brincadeira tinha acabado e o desejo a intimidade parecia ter chegado. Contei para a Li o quanto desejava ela e marcamos de nos conhecer ainda naquela semana. Eu a buscaria na saída do trabalho. Tudo combinado, fui para casa. O tempo demorava a passar, e Li não saía da minha cabeça. Resolvi tomar um banho frio, precisava dormir. Enquanto tirava minhas roupas o rosto de Li não saía do meu pensamento, entrei no chuveiro e a água corria pelos meus cabelos, rosto, peito... Era como se Li estivesse ali, me acariciando, tão invisível e tão presente quanto possível.
De olhos fechados, sentia as mãos de Li me acariciando suave e gostosamente. Uma de suas macias mãos subia e descia me masturbando gostoso, enquanto a outra desfilava pelo meu peito e barriga. O prazer tomava conta do meu corpo e os gemidos se tornavam mais e mais intensos até eu explodir no mais gostoso orgasmo que já tinha experimentado. Demorei alguns segundos para voltar à terra e descobrir que estava só no chuveiro, apesar do prazer experimentado gritar que não, gritar que Li estava ali, tão presente quanto alguém jamais esteve.
Terminei o banho e fui me deitar. Relaxado, foi possível adormecer sem rolar tanto na cama, pensando naquela mulher que estava me enlouquecendo de desejo.
No dia seguinte, o trabalho intenso pela manhã não me deixou conversar com Elisa, e talvez tenha ajudado a suportar a ansiedade. A noite eu a encontraria e as horas passavam lentas. A tarde foi ainda pior. Com ela presente na telinha do meu computador as horas demoravam ainda mais, as provocações continuavam, a sedução estava em cada palavra, molhando nossos corpos, temperando o primeiro encontro.
Enfim, a hora chegou e fui conhecer a mulher que mesmo sem nunca ter visto tinha me proporcionado paixão, desejo e até um grande prazer.
Encontramos-nos e correu tudo muito bem. Fomos tomar sundae no mirante da barra, que por incrível que pareça, estava completamente deserto. Conversamos sorrindo, muito próximos e o clima não demorou a pintar. Ficamos em silêncio enquanto nossos rotos se aproximavam lentamente, como por magnetismo. Os lábios se tocaram suavemente, como um leve toque, depois um suava beijo no lábio superior enquanto Li beijava meu lábio inferior. Ficamos beijando e nos tocando com nossas bocas, sentindo a respiração se alterando junto com o desejo de mais...muito mais... Nesse momento abri por um segundo os olhos e vi Li. Lábios entreabertos, lindos dentes arredondados moldurando uma língua que me buscava, olhos suavemente fechados. Quando minha língua tocou a sua, meus olhos agora novamente fechados ainda viam ainda essa imagem maravilhosa. Ela era linda. Como por choque, o encontro de nossas línguas fez nossos corpos se juntarem, a suavidade transformou-se em fome, em desejo.
As línguas se tocavam mesmo quando os lábios não estava colados. Os beijos já passeavam fora das bocas, chupando pescoços, orelhas e ombros. As mãos agora se apalpavam firmes, passando firmes pelas costas. Virei Li de costas e matei toda a minha vontade de tocar seu corpo enquanto beijava e mordia sua nuca. O desejo tomava conta dos corpos quando minha mão tentava entrar pelo jeans apertado de Li, que abriu seu botão e desceu o zíper, liberando o caminho para minha mão. Li gemia alto com meus carinhos ainda por cima da calcinha macia de malha. A calcinha ensopada combinava com sua respiração ofegante e seus lindos gemidos. Quando meus dedos entraram pela calcinha ensopada e tocou a pele molhada e quente, Elisa estremeceu, mordendo minha mão que tocava seus lábios, enquanto os meus beijavam seu pescoço e ombros. Quanto mais carinhos mais quente e encharcada Li ficava, me deixando ainda mais louco de tesão, com mais vontade de agradar com meus carinhos. Em um momento maravilhoso, Li começa a gozar. Linda, intensa. Percebendo tentei intensificar os carinhos, na vontade de aumentar ainda mais o seu prazer, mas Li arrancou minha mão de sua bucetinha, não agüentando mais o toque pela sensibilidade deixada pelo gostoso orgasmo. Vira-se e me dá um gostoso beijo. Um beijo de felicidade e agradecimento. Sorrimos sem dar uma palavra e nos abraçamos vendo o mar até a hora de levá-la para casa. Deixei Li em casa e nos despedimos com um suave beijinho. Tive vontade de abraçá-la e não deixar ela ir para longe de mim.
Na manhã seguinte seu celular recebia uma mensagem dizendo o quanto eu tinha adorado nosso primeiro encontro.
Minutos depois, Li aparecia no MSN. Conversamos o dia inteiro entre as tarefas do trabalho. O clima agora era sempre quente. Quente e carinhoso em uma mistura perfeita. Convidei Li para ver uns DVDs em minha casa. Passaríamos todo o sábado juntos e ela adorou a idéia e aceitou de imediato.
A semana transcorreu de vagar mas a ansiedade inicial tinha passado, nos deixando tão à vontade que parecia que era nossa milésima vez juntos. Li disse que talvez me fizesse uma surpresa. A ansiedade foi despertada pela curiosidade. Li já me enlouquecia naturalmente com seu jeito, sua voz. Imaginei essa menina linda me excitando de propósito e pirei nas possibilidades. Era melhor não ficar imaginando, seria torturante ter imagens dela povoando meu pensamento a semana inteira.
O sábado chegou e encontrei Li no local que ela escolheu. Viemos para minha casa e ainda subindo as escadas os beijos começaram e continuaram até o sofá. As mãos de Li percorriam minhas coxas e já tocavam com firmeza meu pau por cima da calça enquanto a minha já sentia o tecido de sua calcinha úmida por baixo da mini saia. Ofegante de desejo, Li se afasta e me pede calma. Eu entendo, apesar do tesão e da frustração. Ela me pergunta pelo banheiro. Eu fico na sala, respirando fundo de olhos fechados, tentando controlar o desejo e minha paixão por aquela mulher maravilhosa. Sinto um toque suave em meu ombro e quando me viro, tenho a visão mais linda que já tive: Uma mulher linda, com jeitinho e rosto de menina, envergonhada dentro de um lindo e meigo espartilho negro de bolinhas brancas. Li só ficou à vontade quando viu o que sua “surpresa” produziu em mim. Sentiu-se poderosa, linda e sensual. Eu apenas babava calado e estático, sem conseguir que um único elogio saísse de minha boca. Li com a voz rouca de nervoso me pergunta:
- Ficou mudo?
- Completamente. Disse com a boca tão seca que pensei que ela não teria escutado.
- Sem reação também?
Agarrei aquela mulher que sorria, saboreando o efeito da sua “surpresa” maravilhosa sobre mim. Demorou alguns segundos para entrar em harmonia com meu tesão, então Li já me beijava ardentemente. Sentou-se em meu colo, um joelho de cada lado do meu corpo, rebolando suavemente, esfregando sua bucetinha ainda com a mini-calcinha agora já molhada de desejo. Arrancou minha camisa e começou a beijar meu corpo, descendo, peito, barriga. Sempre me olhando nos olhos, provocando, poderosa, dominante. Abiu minha calça e desceu, zíper e abaixou apenas um pouco. Sua língua passeava pela marca de minha sunga, me deixando louco. Colocou meu pau para fora e me punhetava olhando em meus olhos. Não tinha mais cara de menina. Nenhum traço de inocência naquele rosto que me desafiava enquanto sua mão subia e descia. Meus olhos se fecharam e a cabeça pendeu para traz em um momento de tesão, quando sinto a boca de Li me engolindo. Li chupava gostoso e parava apenas para me enlouquecer com aquele olhar profundo e provocante:
- Você me fez gozar gostoso no mirante. Agora quero você gozando para mim. Agora eu quero assistir você gozar...
Eu não conseguia responder. Não queria gozar. Não naquele momento, mas Li dominava a cena e me chupando tão gostoso não me deixava pensar, reagir.
- Goza na minha boquinha. Dizia Li, enquanto me encarava me punhetando rápido e forte.
A intenção era clara de me assistir explodindo num orgasmo.
Não demorou e eu comecei a dar indícios que iria gozar. Li percebendo provocou ainda mais:
- Goza pra mim. Dá seu leitinho pra mim...
Ouvindo aquela mulher linda dizer aquilo, gozei intensamente, enquanto Li sorvia todo meu gozo. Depois sorriu satisfeita com o que havia feito comigo. Eu tinha explodido e agora “viajava de volta à terra”. Li sentou-se novamente sobre meu colo e me beijou muito gostoso.
Me ver e me provocar daquele jeito havia deixado Li doida de tesão e ela beijava rebolando em meu colo freneticamente.
Deitai-a no sofá e minha boca foi provando seu lindo corpinho. Afastei seu soutien e chupei seus pequenos e perfeitos seios. Minha boca alcançou sua barriguinha, brincando e torturando com minha língua. Passeava minha língua em sua virilha e afastava levemente a calcinha para alcançar a marquinha de biquine. Chegava muito próximo à sua bucetinha e recuava, fazendo Elisa arquear o corpo ao encontro de minha língua. Em uma dessas arqueadas minha língua se afundou de uma vez dentro de Li, arrancando um urro de prazer e alívio. Agora não mais a torturava e enlouquecia de desejo. Agora apenas procurava o jeito, o lugar, apenas procurava dar o prazer que ela tanto merecia. Li agora se contorcia mais, muito mais lentamente. Minha língua brincava em sua bucetinha e seu corpinho respondia, conversava comigo, me mostrando o caminho:
- Goza na minha boca, Li. Quero te ver gozando. Quero assistir daqui de pertinho...
Li gozou muito gostoso. Seus músculos tremeram, suas costas desgrudaram-se do sofá, se arqueando inteira, contraída para depois relaxar, me puxando para o mais gostoso beijo da minha vida...
Fomos tomar um banho. Estávamos encharcados de suor e gozos. Não pude deixar de lembrar que era a realização do sonho. Aquela mulher estava ali, exatamente como no meu sonho acordado tinha estado...

Parte II
Começamos a sair freqüentemente e em pouco tempo já estávamos juntos. A química era perfeita e cada vez mais a intimidade nos liberava para ora ou outra contar alguma fantasia enquanto transávamos.
Confessei à Li que gostaria de transar com outro casal no mesmo ambiente sem trocas e ela se mostrou curiosa demais. Vi seus lindos olhinhos brilhando e resolvi arriscar uma surpresa.
Um dia Li chegou em minha casa, tocou a campainha e eu abri o portão, pelo porteiro eletrônico. Ela subiu e me encontrou com um casal de amigos. Era um muito jovem casal, mas experientes praticantes de swing que conheci na NET. Já os conhecia a muito tempo, por ter topado participar de uma festinha a algum tempo. Eles chamavam-se Mônica e Beto. Li não percebeu nada diferente e sentou-se ao meu lado no sofá. Bebíamos vinho e conversávamos. Li já estava completamente solta, sorria de tudo, estava linda demais. Mônica colocou uma música e começou a dançar. Li ameaçou levantar para fazer o mesmo, mas eu a segurei e a abracei, não queria ela naquela “pista” de maneira nenhuma. Beto levantou-se e começou a dançar com Mônica, que sensualmente desfilava as mãos pelo seu corpo. Li se divertia com a cena e suas mãos já apertavam com firmeza minha coxa, mostrando que a brincadeira de Mônica a estava deixando nervosa. Mônica desceu rebolando e com agilidade, desabotoou a calça de Beto e colocando seu pau para fora, começou a chupá-lo ali na nossa frente. Li fez uma cara de indignação, ameaçando ir embora, quando eu segurei-a pelo braço abracei contra meu peito e disse em seu ouvido:
- Calma, confia em mim. Essa brincadeira não vai mais longe do que você gostaria que fosse.
Li ainda estava constrangida e extremamente nervosa, mas a agilidade e naturalidade com que Mônica chupava seu marido na nossa frente começou a excitar Li extremamente. Eu aproveitava para provocá-la:
- Está gostando do showzinho que preparei para você?
- Não sei ainda... estou confusa.
- Então relaxa... só confia em mim.
Já nos beijávamos ardentemente e quando estava beijando o pescoço de Li, notava ela espiando o casal e notava também que quando encontrava minha boca novamente seus beijos eram mais intensos. Quando Li abriu seus olhos mais uma vez, Viu que Mônica e Beto já estavam completamente nus. Mônica estava de quatro, virada de frente para Elisa e gemia alto enquanto Beto socava em sua buceta de maneira exagerada e teatral. A intenção era mesmo enlouquecer Elisa. Nessa hora Li buscava meu pau dentro da calça, precisava de algo dentro dela, o tesão estava tomando conta de nossos corpos. Arranquei a sua camisa e todos puderam ver seu lindo corpo, seus lindos peitinhos pequeninos. Vi o quanto o casal desejava minha Li, ficaram loucos com aquele corpinho. Logo sua saia e minha calça estavam jogados pelo chão. Não demorou muito e Li me cavalgava no sofá do jeito que mais gosto, de frente para mim, com aqueles lindos peitinhos próximo à minha boca, me deixando louco. Ela não tirava os olhos do casal, que por sua vez, babava no jeitinho delicioso de Li cavalgar. Li gritava cavalgando no meu pau, e minhas mãos a seguravam pelos cabelos com muito tesão...
Mônica agora encontrava-se deitada no sofá com as pernas nos ombros de Beto que estocava seu pau em sua bucetinha violentamente.
Puxei Li e coloquei-a de 4 a centímetros da buceta de Mônica, de onde ela via aquela morena linda engolir o pau furioso de Beto. Nessa hora já estocava forte a bucetinha de Li, que rebolava muito gostoso. Levantei e sentei Li ao lado de Mônica e coloquei seus pés em meu ombro, Fudiamos igual, lado a lado. De repente Beto anuncia que vai gozar e para surpresa de Li, eu peço:
- Goza na minha gatinha. Sei que todos ficaram loucos com esses peitinhos lindos. Goza neles, enche ela de porra de outro homem.
Beto gozou e Li, enlouquecida espalhou pelo corpo, como um creme quente... Logo eu também estava gozando e também lambuzei seus peitinhos lindos, e Li novamente espalhou pelo corpo, não sem antes, com um dedinho levar meu gozo até sua boca e simular provar meu gosto.
Ficamos abraçados nus no tapete da sala, e, como combinado, Mônica e Beto se vestiram, deram um fraterno beijinho na testa de Li e se foram.
- Espero que tenha gostado da surpresa, amor.
- Adorei, foi muito louco.
- Foi nossa primeira loucura juntos.
- Espero que a primeira de muitas.
Ficamos por horas ainda naquela sala, Lambuzados de gozo, nos beijando e fazendo amor.

A Linda Loura Pediu Para Ser Minha Escrava

Parte I
Depois que publiquei minhas histórias em que eu obriguei minha gerente a se submeter aos meus desejos e contei também como ela acabou adorando toda a situação choveram mensagens em meu ICQ de mulheres com fantasias de serem subjugadas a minha vontade. Uma lourinha me impressionou com suas fotos. Extremamente bonita de rosto, cabelos compridos pesados e brilhosos, um corpo magro e muito bem torneado com coxas grossas, bundinha proporcional e os seis mais duros que já tinha visto até então. Seu nome era Simone, Carioca de Vila Isabel, tinha o corpo bronzeado que contrastavam com seus cabelos claros e brilhosos. tinha provocantes marcas de um pequeno mas não vulgar biquini. Começamos a nos conhecer e ela adorava quando falava com ela com autoridade. Conversava com ela durante o expediente de trabalho e pedia para ela fazer coisas para mim, na verdade ordenava:
- Simone. Quero que você vá ao banheiro e tire sua calcinha. Quero saber que você está sem calcinha por mim.
- Agora mesmo, Lobo. Adoro saber que você me deseja.
Aos poucos nós ficávamos cada vez mais ousados:
- Se toca bem gostoso e depois prova seu gostinho. Me diz se você é gostosa.
- Hum, amor, não sei o que foi mais gostoso, se foi me tocar para você ou meu gostinho...
E assim nossas brincadeiras foram se apimentando. Já via que era hora de provar aquela mulher pessoalmente. Era mulher demais para ficar só no virtual:
- Simone, amanhã quero que você vá vestida de maneira bem especial para o trabalho. Irei buscá-la para você conhecer a “toca do Lobo”...
- Hoje é quinta, amanhã eu tenho que namorar, Lobo.
- Dá seu jeito. Amanhã você será minha. Se não estiver pronta na esquina do seu trabalho acabou nosso joguinho!
Bloqueei Simone do meu ICQ, pois decidi que só iria vê-la pessoalmente, na sexta combinada.
Não vou negar que passei o dia ansioso. E até achava difícil daquela deusa apareceu ao encontro, mas, afinal, não dava para ficar só na imaginação e aquela era a chance e hora que eu aguardava.
Chequei ao local combinado e vi Simone lá. Estava linda. Parei o carro ao seu lado:
- Entra.
- Vim lhe dizer que não posso ir com você.
- Quer mesmo que eu vá embora? Entra logo, Simone.
Ela vacilou por alguns segundo, abriu a porta e se sentou:
- Deixa eu ligar para meu namorado. Tenho que dar uma desculpa.
- Vou deixar você ligar daqui a pouco. Agora se sente, relaxa e se acalma. Você está muito agitada.
Simone acalmou-se e comecei a conversar com ela e tocar suas coxas, levantando levemente seu vestido.
- Te pedi para vir vestida de maneira especial. Você está linda, mas o que tem de especial.
- Desculpe, mas não tem nada, só caprichei.
- Então tira sua calcinha e pendura ela no retrovisor, assim você vai estar especial.
- Aqui? Agora.
- Agora. Disse de maneira doce, percebendo que o clima de descontração era mais indicado no momento do que o meu plano de dominá-la.
Simone retirou a calcinha com o sorriso mais lindo que já tinha visto. Parecia uma menina fazendo arte.
- Levante agora o vestido, até onde você tiver coragem.
Simone me olhou desafiadoramente e levantou o vestido até quase expor sua bucetinha que até então nunca tinha visto. Controlei minha excitação e recomecei as carícias em suas coxas e logo esbarrava e acariciava levemente sua bucetinha
Simone abriu levemente as coxas e, recostando no banco, fechou seus olhos e curtiu, somente emitindo deliciosos e suaves suspiros.
Interrompi minha linda loura:
- Pega o celular. Você não queria avisar seu namorado? Quero que avise agora.
Simone despertou confusa e louca de tesão pelos carinhos que eu lhe dava. Sem pensar pegou o telefone e discou. Eu caprichei mais nas carícias, fazendo Simone desdobrar-se para conseguir formar as frases:
- Amor, hoje vou ter que trabalhar até um pouquinho mais tarde. Tenho uma reunião e terei que desligar o celular. Assim Simone falou, com a dificuldade de quem tem sua buceta caprichosamente acariciada. Simone quase gemia com seu namorado no telefone e desligou o mais breve possível.
- Você é louco, ele deve ter percebido.
- Ciúmes apimentam a relação. Você não acha que a sua está apimentando? Ri de maneira cínica.
- E como! Respondeu Simone, recostando-se novamente no banco para curtir minhas carícias.
Chegamos à minha casa, abri o portão e entrei com o carro na garagem. Peguei Simone pelas mãos e caminhamos para dentro, como namorados. Chegando na sala, ela sentou-se em meu sofá e lhe perguntei o que beberia.
- Adoro cuba-libre, o que você acha.
Simone respondeu:
- O que você quiser, preciso de algo mesmo, estou nervosa.
Fiz o drinque e me sentei de frente para ela, olhando penetrantemente em seus olhos. Deixei ela beber alguns drinques, e comecei meu jogo.
- Tire seu vestido para eu ver você.
Pensou por alguns segundos e eu ordenei:
- Vamos, quero ver você. Esqueceu quem manda aqui?
Simone retirou sensualmente seu vestido, deixando deslizar pelo lindo corpo. Seu vestido escorregou encontrando resistência apenas em seus duríssimos seios, que quase seguraram o vestido. Abaixou-se sensualmente e me atirou o vestido. Simone estava completamente nua, pois sua calcinha estava no meu retrovisor e tinha saído de casa sem sutian.
- Venha aqui. Ordenei.
- Chupa!
Ela veio, abriu meu cinto e sacou meu pau para fora. Começou a chupar meio sem graça, mas logo sentiu-se a puta que fantasiava ser para mim.
- Ta gostoso, meu lobinho? Ta gostando da sua putinha chupando? Disse com uma carinha de puta demolidora.
- Chupa, putinha. Chupa que estou gozando...
Ela me olhou assustada. E eu segurei seus cabelos, esporrando fundo na sua boca. Simone levantou enfurecida ainda com seus cabelos em minhas mãos, quando a puxei para um forte e apaixonado beijo. Nosso primeiro beijo, cheio de sexo e porra. Joguei Simone no chão, montando naquela mulher linda e desci rapidamente minha boca até sua bucetinha carnuda. Chupei até Simone gozar gostoso na minha boca:
- Ah, não para, não pára que to gozando! Chupa assim, assim mesmo! Como você é gostoso! Chupa meu lobinho! Ahhhhhhhhh.
Simone gozou furiosamente, atolando meu rosto em sua buceta, quase me afogando com seu mel.
Subi até sua boca lhe beijei e falei em seu ouvido:
- Quando eu gozar na sua boca, faça assim, goze na minha!
Ela fechou os olhos, sentindo-se uma idiota só em pensar que no que faria se eu não a tivesse dominado. Teria se levantado e ido embora? Teria perdido esse delicioso e intenso orgasmo?
- Você sabe o que faz. Fui boba, me perdoe. Vou fazer tudo que você mandar de agora em diante...
Levei Simone para meu quarto, rolamos pelas paredes nos beijando de maneira vigorosa, segurando pelos cabelos, chupando pescoços e orelhas. Ao chegar ao quarto já estava de pau duro novamente. Simone posicionou-se de quatro na cama e cavalguei-a furiosamente. Meu pau deslizou para dentro, como que chupado por aquela buceta faminta. Estava molhada e quente como que cozinhando meu pau. Eu a cavalgava puxando seus cabelos e batendo em sua bunda, como quem chicoteia uma égua para que ela corra mais. E Simone corria. A cada palmada vigorosa mais ela galopava furiosamente e quanto mais furiosamente ela galopava, mais seguro eu ficava em sua linda crina louro e mais forte estocava em sua buceta que nenhuma resistência causava à penetração. Parecia que apenas tocava suavemente meu pau, de tão relaxada e lubrificada.
Gozamos aos gritos, primeiro Simone, e eu logo depois. Já tinha me controlando mais que o possível, pois a visão daquela deusa loura de quatro, rebolando daquele jeito era para ter uma ejaculação imediata.
Nos beijamos tão intensamente como fudemos. Não havia palavras para descrever o que tínhamos sentido e nenhuma foi pronunciada. Tomamos banho juntos, nos vestimos e fui levar Simone em casa. No caminho somente sorrisos satisfeitos, suspiros da memória recente e uma sensação de que tudo aquilo só estava começando...

Parte II
Nos encontramos durante a semana no ICQ e lembramos os últimos momentos. Simone me contava quantas vezes pensou em desistir e parar aquela loucura. Mas foi em frente e deu o primeiro passo. Comentou como tem feito sexo muito mais gostoso com seu namorado:
- Você apimentou minha vida. Não vejo a hora de colocar mais tempero!
- Amanhã. Tenho algo para você.
- Já?
- Já? No mesmo lugar, mesma hora que te peguei da última vez.
- Vou estar lá e dessa vez estarei usando algo especial.
Nos despedimos e fui para minha casa, imaginar o que faria com minha submissa Simone...
No dia seguinte fui ao local e hora combinado e lá estava Simone em um lindo vestido em tons de vermelho escuro. Ela entrou no carro e pude ver como ela estava linda e perfumada:
- Vamos que estou ansiosa para lhe mostrar sua surpresa. Duvido que você não se surpreenda.
Fiquei imaginando o que mais essa deusa estava guardando. Fomos desta vez para um motel que eu já conhecia. Na garagem os beijos sempre furiosos já anunciavam a noite que viria.
Subimos as escadas aos beijos e amassos e, ao chegar ao quarto ela com grande dificuldade se desvencilhou de mim:
- Posso fazer uma coisa para você?
- O que você quer fazer?
- Quero que você se deite nu para eu retirar a roupa para você, deixa?
- Deixo.
Retirei a roupa e deitei-me, já de pau duríssimo só com a expectativa daquele showzinho que prometia.
Simone começou a dançar de maneira estonteante, levantando os cabelos e rebolando de maneira enlouquecedora. Foi retirando peça por peça. Estava com um conjunto íntimo também em tons de vermelhos. Subiu na cama e continuou a dança. Minha visão era magnífica. Ver por baixo Simone dançando tornava suas coxas ainda mais grossas e gostosas. Ela descia rebolando até quase esfregar sua buceta ainda de calcinha no meu rosto. Retirou o sutiam e sensualmente passou em meu rosto. Quando retirou a calcinha, notei uma tatuagem, mas Simone tapava com a mão, me escondendo ela. Desceu rebolando e mostrou-me sua tatuagem: um lobo feito em vermelho, na virilha. Enlouqueci e chupei agora sua buceta como nunca. Afinal, agora aquela buceta era mais minha do que nunca:
- Gostou da minha surpresinha?
- Adorei. “minha” bucetinha ficou linda! Seu namorado já chupou a bucetinha do lobo?
- Chupou sim.
- Então, hoje ele vai chupar de um jeito diferente...
- O que você está planejando, seu louco!
- Você vai saber.
Fedemos muito mas tomei cuidado para não gozar. Simone estranhou um pouco, mas estava adorando tudo. Pedi que ela se vestisse pois queria uma coisa especial naquela noite. Ela vestiu-se com um misto de curiosidade e medo. Saímos do hotel e falei para irmos para a casa do seu namorado:
- Você está louco! Ele mora no meu bairro!
- Não me interessa. Quero fazer uma coisa hoje.
Simone estava nervosa, me indicava o caminho mas a todo tempo me dizia que era loucura, que não sabia o que eu queria, mas que era loucura. Ignorei seus apelos e guiei para seu bairro.
- Eram umas dez horas da noite e a rua do namorado dela era bem deserta, com algumas árvores. Paramos em frente a sua, recuei o banco do meu carro o mais para traz possível e puxei Simone pelos cabelos para meu colo. Rasguei sua calcinha violentamente, coloquei meu pau para fora e soquei em sua buceta de uma vez. Simone urrou de dor. Agarrada pelos cabelos e pela cintura, Simone era obrigada a me cavalgar ali, na porta da casa de seu namoradinho. Em pouco tempo já estava adorando. A excitação pelo perigo e a fantasia de cornear seu namoradinha em frente ao portão da casa dele a estava enlouquecendo. Ela gemia e gritava:
- Sai de casa, cornhinho! Sai para ver sua namoradinha!
Eu fudia com fúria. Puxava impiedosamente seus cabelos. Abria sua bunda até quase rasgar sua carne. Simone adorava. Era tudo que ela queria naquele momento. Ser tratada sem nenhum respeito, sem nenhum carinho bem na rua do seu corninho.
- Fode sua puta, fode gostoso que to gozando!
- Ah... me fode gostoso. Fode de um jeito que meu corninho nunca me fudeu!
- Ahhhhhh...ohhhh. Gozei, sua puta! Disse, estocando bem fundo minha pica, para encher sua bucetinha de porra.
Empurrei-a bruscamente para o banco do carona, abri o porta-luvas do meu carro e lhe entreguei uma calcinha com meu nome bordado nela.
- Vista.
Simone vestiu, com um sorriso de satisfeita na cara.
- Agora, quero que toque a campainha da casa desse corno e faça ele chupar sua buceta cheia de porra encostada nesse muro. Quero ver esse babaca beber minha porra!
- Você ta louco!
- Não discuta, faz o que to mandando!
Abri a porta do carro e empurrei Simone para fora. Ela caiu e desnorteada somente me olhou. Eu a olhava decidido, e ela caminhou até o portão do seu namorado. Tocou a campainha e aguardou.
Ele veio sorridente e ela sem dizer nenhuma palavra lhe beijou ardentemente. Simone estava enlouquecida por tudo que estava acontecendo. Estava próximo aos dois, mas meu carro com filmes escuros me deixava ver sem ser visto. Simone então me surpreendeu mais uma vez, puxando seu namorado até encostar no meu carro, começando um sarro gostoso ali, colada no vidro do motorista, a centímetros de mim.
Levantou seu vestido até a cintura, e arriou a cabeça de seu namorado:
- Me chupa gostoso aqui na rua.
- Que isso amor? Tentou argumentar algo, mas diante daquela mulher linda e de um pedido maravilhoso desse não pode resistir.
Eu de dentro do carro tentava ver o corno chupando sua bucete, mas apenas via Simone rebolando, esfregando a buceta em sua cara:
- Bebe o leitinho, bebe. Bebe o leitinho da tua namoradinha. Leitinho de lobo!
O corninho sem entender nada chupava maravilhado sua namoradinha, que agora era uma mulher louca.
- Chupa gostoso que to gozando na sua boca! Chupa amorzinho! Ahhhh...tô gozandoooooo.... ahhhh...
De repente Simone empurra ele de bunda no chão e diz:
- Chega. Gozei muito gostoso, mas alguém pode vir. Vai para casa que amanhã a gente fode bem gostoso, amor...
- Você ta louca? To maluco de tesão. Vamos para dentro.
- Não. Amanhã. Aguarde que você não vai se arrepender...
O corno entrou contrariado, mas diante das mudanças deliciosas que Simone mostrava ultimamente preferiu não estragar. Estava adorando a nova mulher que estava ganhando.
Simone mal viu a porta se fechar e puxou a maçaneta de meu carro e entrou. Me pegando com o pau na mão, numa deliciosa punheta.
- Gostou do show? Era isso que você queria?
- Foi melhor do que planejei.
- Viu como ele adorou seu leitinho? Riu diabolicamente.
- Nossa, você foi fantástica hoje. Lhe disse sem parar de punhetar-me.
Simone vendo o tesão que eu estava, quis fazer seu último agrado:
- Deixa que eu faço isso para você.
Assim, colocou-se a me chupar de maneira deliciosa, me olhando nos olhos com um olhar sapeca que me fez gozar rapidamente.
Levei-a até em casa e trocamos um beijo cheio de gozo de seu delicioso boquete.

Parte III
A vida sexual de Simone mudou completamente. Ela se subjugava as minhas vontades enquanto dominava seu namorada cada dia mais. Ela comentava as coisas que fazia com ele. Contava que fazia shows eróticos para ele, deixava ele louco de tesão e ia embora. Outras vezes fazia ele a chupar até gozar e ia embora. Ele estava completamente alucinado com a situação. Estava completamente submisso à minha lourinha.
Com todas essas informações, achei que era hora de testas os limites da minha lobinha:
- Simone. Você lembra onde eu moro?
- Lembro, claro.
- Seria capaz de chegar lá sozinha?
- Claro, amor, sem problemas. Porque?
- Quero que você leve seu namorado lá hoje.
- O Que?
- É. Hoje ele vai assistir ao nosso show.
- Não sei, Lobo. Ele está cada vez mais louco por mim, como você disse que ele ficaria, mas isso já é demais... Ele me idolatra, vai terminar comigo.
- Faça o que estou lhe mandando, ou fique com esse corno e me esqueça.
Simone saiu transtornada. Ficou furiosa, não pelo meu pedido, mas pela aparente falta de valor que lhe dava. Claro que a adorava, mas gostava muito mais dela quando estava submetida aos meus caprichos.
Simone sumiu o dia inteiro do ICQ, e imaginei que tinha exagerado e perdido minha escravinha obediente. Em casa ouso a campainha tocando, de minha varanda vejo que é Simone em meu portão, trazendo seu corinho junto.
Abri o portão automático e ainda da varanda vi os dois se aproximarem. O corninho estava de cabeça baixa, enquanto Simone vinha empinada e sorridente. Estava ciente agora do poder que exercia sobre seu namorado. Sabia que para não perdê-la ele era capaz de tudo agora.
Quando ela chegou a varanda, me surpreendeu, como sempre, me dando um caloroso beijo na boca. Seu namorado morria de ciúmes e vergonha. Não o olhei nem lhe dirigi a palavra:
- Vem Simone. Entra.
Ela entrou puxando o corninho pela mão, feito dos namoradinhos e lhe disse:
- Senta amor. Fica aí que sua gatinha vai brincar um pouquinho.
Sentei de frente para ele e coloquei meu pau para fora:
- Chupa. Ordenei.
- Tudo! Chupo tudo, bebo tudo!
Simone chupou gostoso, e parava apenas para olhar para traz, onde estava seu corninho:
- Esse cara tem uma pica deliciosa, amor. Amo essa pica!
- Chupa calada, cadela!
Antes que Simone me fizesse gozar, mandei ela ir até o corninho.
- Feche as pernas dele. Agora ajoelhe no sofá com as pernas desse corno entre as suas.
Isso fazia Simone ficar com o rosto próximo ao do seu namorado, mas ambos, eu e ela, agíamos como se ele fosse uma mera almofada no sofá.
- Corno. Segure a budinha dessa cadela e abre para mim.
Ele completamente submisso e anestesiado por toda a situação apenas obedeceu.
- Segura essa cadela assim que vou preparar esse cuzinho virgem agora. Você vai me ajudar a arrancar esse cabaço.
Simone estava enlouquecida. Eu nunca tinha pedido a ela para fazer sexo anal e agora, ali sobre seu namorado ela perderia seu último cabaço.
Peguei uma bisnaga de KY gel, e lambuzei seu rego inteiro. Acariciei com um dedo demoradamente, vendo ela gemer e humilhar seu namorado:
- hum... ta gostoso demais. Esse corno nunca pediu pra fuder meu cuzinho... Agora ele é todo seu, Lobo, goza nele, goza. Me arromba. Ele vai ser só seu. Nunca vou dar meu cuzinho para esse corno. Só se você mandar... Hummm...
Nessa hora eu já acariciava seu rabinho com 3 dedos e seus gemidos já viravam súplicas:
- Fode logo. Não vejo a hora de tomar no cu na frente desse corno otário!
Comecei a empurrar e Simone ameaçou fugir.
- Segura essa cadela, seu corno! Se ela fugir eu acabo com nossa brincadeira e vocês voltam para o papai e mamãe que vocês faziam antes de mim!
O corno imediatamente segurou firme a bundinha de Simone e eu enterrei até o fim meu pau. De vagar decidido, meu pau foi até o fim. Lágrimas saíam dos olhos da minha deusa loura e seu corniho, que nessa altura estava com pena de sua namoradinha.
Em pouco tempo já estava socando furiozamente, cavalgando novamente em sua crina loura, surrando sua bunda para que minha eguinha cavalgasse veloz, para seu namoradinho ver do que aquela mulher era capaz quando tinha um homem de verdade a cavalgá-la, sem frescura nem pudor, apenas desejo animal. Batia mais forte que metia. Simone já colocava vez ou outra a mão para traz, na tentativa de deter minhas fortes palmadas. Sua bundinha já estava inchada de tanto apanhar:
- Não quer apanhar, minha eguinha? Então cavalga mais rápido, Cavalga!
Ela chorava no colo de seu namoradinho, que com pena tinha os olhos cheios d´água, quando se assustou com o violento orgasmo que sua namoradinha começou a ter:
- Ahhhhh. Fode! Ohhhh. Estou gozaaaaaando! Gozaaandoooooo! Ahhhhhhhh ! Ahhhhhhhh
Tirei meu pau para que Simone pudesse curtir seu orgasmo abraçadinha com seu corninho. Ele sorria de felicidade, vendo que todo aquele sofrimento, na verdade estava lhe enchendo de tesão, a ponto de sua namoradinha estourar num orgasmo anal poderoso.
Simone se virou e me beijou um beijo de agradecimento como nunca tinha me dado. Um beijo com sorriso entre os lábios que fez seu corninho ter ciúmes novamente.
Sentei no sofá e ordenei que Simone me fizesse gozar. Ela veio e pegou meu pau, para posicionar em sua bucetinha:
- Não. O corninho coloca na sua bucetinha para mim. Pega e enfia na sua namoradinha.
O corinho se levantou, pegou meu pau por debaixo de Simone e posicionou na entrada de sua bucetinha. Sussurrei no ouvido da Simone para que ele não escurasse:
- Faz seu corninho feliz. Sobe e desce bem alto, para que meu pau saia de vez em quando...
Ela sorriu e fez sinal afirmativo com a cabeça, entendendo a brincadeira.
Simone subia até quase a cabeça do meu pau sair de sua buceta e mergulhava novamente de encontro ao meu quatril, deixando seu corninho de boca aberta, olhando meu pau entrar na buceta de sua namorada. Não demorou e meu pau saiu a primeira vez.
Sem precisar mandar, o corninho pegou e colocou-o novamente em sua namoradinha. Novamente meu pau saiu e tornou a recolocá-lo no seu lugar. Em uma hora eu anunciava o gozo. Simone saiu de cima de mim e ao lado de seu namorado começou a punhetá-lo com a língua para fora. Jorrei em sua boca muito porra, E ela a exibia, sem engolir, sobre a língua.
Virou-se para seu namorado e lhe deu um beijo forte, sem deixar que ele fugisse. Ao fim do beijo lhe disse:
- Lembra quando você me chupou na porta de sua casa? Encostada naquele carro?
- Lembro.
- Minha buceta estava cheia desse leite que você acabou de beber!
Ele abaixou a cabeça humilhado, sem nenhuma palavra pronuncial.
- Já vou embora, Meu lobo. Meu corninho já está satisfeito. Vou pensar se deixo ele gozar hoje.
- Hoje não. Deixe ele exporrar na cama, enquanto sonha com nossa foda.
- Claro, ótima idéia. Vamos, corninho. Me leva para casa que estou toda assada!

Thursday, August 03, 2006

Uma Traição Muito Perigosa

Lancei uma brincadeira no meu blog sobre Fantasias & Fetiches. Até achei que poderia surtir algum efeito, mas a princípio foi uma brincadeira. Desafiei mulheres casadas ou noivas com casamento marcado a experimentar um perigo quase real de serem vistas por seus maridos ou noivos transando com outro. Dizia que era tudo completamente controlado e que o perigo era realmente só a sensação. Espantei-me com a quantidade de e-mails que recebi. Achei que seria interessante continuar a brincadeira, ou transformá-la em algo muito maior que uma brincadeira...
Imprimi os e-mails e levei pra minha casa, li com calma e em, em especial, me interessou demais. Seu nome era Juliana, era noiva com casamento marcado. Seu texto tinha muita hesitação nas palavras, tinha medo, receio, e isso me deixou muito intrigado. Ela devia ter muito desejo de fazer algo desse tipo, pois, mesmo com todo esse medo, ela me procurou.
Liguei imediatamente meu computador e respondi ao seu e-mail. A resposta veio tão rápida que imaginei como ela estava ansiosa, grudada ao computador aguardando meu contato. Nos provocamos durante algumas semanas, por e-mail, depois pelo Messenger. Ela se sentiu muito à vontade e falávamos muitas coisas muito excitantes. Então chegou a hora de fazer o convite à realização de nossa brincadeira. Disse que não diria como seria nossa noite. Nem se aconteceria a situação de perigo de ser pega na primeira vez...
Ela concordou e saímos para nos conhecer. Nesse dia nada rolou, a não ser muita sedução e jogo de charme dos dois lados. No final, foi impossível não nos beijarmos na despedida. Ela era uma morena lindíssima, cabelos negros magra, enfim, linda. Ela ficou muito inquieta com o beijo na porta de sua casa, mas correspondeu mesmo assim com muito desejo. Disse que as coisas aconteceriam assim, naturalmente e de vagar, mas na verdade meus planos eram outros. No próximo encontro ela teria uma surpresa. Passei algumas semanas sem marcar o encontro. Queria ela louca e ansiosa. A provoquei bastante pelo MSN. Também estava louco de tesão por toda essa situação, mas precisava ter controle sobre mim e sobre a situação.
Marcamos e fomos jantar numa terça-feira em um gostoso restaurante italiano. Bebemos vinho e ela ficou bem solta, ainda mais que da outra vez. Na volta ela estava muito alegre e distraída. Estava sentada de lado no banco do carro virada para mim e conversava fazendo carinhos no meu cabelo e rosto, como namoradinha. De repente tomou um enorme susto quando descobriu que estava na rua do seu noivo. A surpresa aumentou quando parei em cima da calçada, bem em frente à casa dele. Ela pirou, pediu, por favor, para eu ir embora. Eu arranquei com o carro, parei numa rua deserta e mandei ela descer, secamente. Ela muito assustada desceu, pensando que eu a tinha posto para fora. Desci do carro também e pedi:
- Me empreste sua bolsa, por favor.
- O que?
- Por favor. Me dê sua bolsa um minuto.
Joguei a bolsa dentro do carro e perguntei:
- Me diz em que banco está sua bolsa. Me diga e eu vou embora.
Ela tentou olhar para dentro do e não conseguia ver nada. Meu carro tinha filmes muito escuros para se enxergar à noite. Ela sorriu e entendeu o que eu queria dizer.
- Não faço nada que não esteja totalmente sob meu controle, Juliana. Agora entre no carro e confie em mim.
Ela entrou indecisa e sorriu quando viu sua bolsa bem próxima, e precisou tirá-la para sentar-se.
Dei a volta no quarteirão e parei novamente na frente da casa de seu noivo. Quando começamos a nos beijar e acariciar, ela ficou louca. Tudo aquilo estava fazendo o efeito que esperava nela. Ela realmente tinha uma enorme tara em trair seu noivo e que fosse algo muito próximo dele perceber. Ela me acariciava por cima da calça, nossos beijos já se encontravam somente em alguns momentos, pois nossas bocas estavam freneticamente se movimentando pelo pescoço, ombros, orelhas. Nossas mãos já procuravam pequenas partes do corpo por baixo das roupas. Essas foram caindo uma a uma no banco de trás. Sua camisa, sapatos...
Juliana montava em mim com sua saia rodada se movendo como se eu estivesse dentro dela. Rebolava freneticamente se esfregando sobre mim. Enquanto isso eu falava sacanagens em seu ouvido e ela somente gemia e me arranhava.
- Chama seu corninho chama? Grita ele...
Juliana gemia gostoso e só conseguia falar:
- Você é louco e está me enlouquecendo com isso.
Juliana continuava rebolando e em um determinado momento me implorou para eu colocar meu pau dentro dela.
- Pede safada...
- Coloca, por favor. Ela disse.
- Pede, diz que quer fuder na frente de seu noivinho.
- Me fode, por favor. Ela pediu com carinha de desespero.
- Diz, diz que quer ser fudida na frente dele diz?
- Me fode. Quero muito ser fudida aqui, na frente desse corno!
Então afastei sua calcinha e ela urrou com a cara mais feliz que já viu uma mulher urrar.
Rebolava tão freneticamente que quase gozo junto com ela. Gozou aos gritos, esquecendo completamente que estava dentro de um carro, na rua, e mais, na calçada da casa de seu noivo.
Caiu mole sobre meu corpo, meu pau ainda duro dentro dela. Meu tesão era grande e eu continuava a mexer vagarosamente só para mantê-lo rígido, queria mais...
Juliana foi recuperando o tesão e as forças e logo estava novamente me cavalgando. Agora, mais suave, como uma menina apaixonada, seus beijos eram muito mais suaves e freqüentes. Não demorou e o desejo de sexo selvagem retomou nossos corpos e quando ela cavalgava loucamente eu peguei seu celular e disse:
- Disca para ele.
- Não, por favor. Ela assustou-se.
- Disca agora e diz que está com saudades, com tesão e que é para ele te esperar no portão.
- Você ta louco. Disse ela se negando a fazer a ligação.
Ameacei sair de dentro dela.
- Achei que tinha mais coragem, mas você está medrosa demais...Tentamos outro dia então.
- Não! Ela gritou. – Por favor, não para eu to quase gozando novamente!
- Então disca, tão fácil...
Ela discou no viva voz, e falou gaguejando, montada no meu pau o que eu pedi:
- Marcelo, estou com saudades, quero te ver, estou com muito tesão.
- Vocês está louca Juliana, o que te deu?
- Tesão, muito tesão, estou louca para gozar, pode acreditar!
- Certo Ju, você não está bem, vou te esperar.
- Agora. Vai agora para o portão. Eu já estou chegando! Rápido. Disse quase gemendo.
- Você ta muito estranha... Mas eu estou indo te esperar. Respondeu Marcelo sem entender o que estava acontecendo com Juliana.
- Satisfeito? Tenho coragem agora?
- Muita coragem. Você me surpreendeu...
Em segundos Marcelo aparecia no seu portão deixando Juliana louca de tesão. Ela rebolava muito gostoso, xingava seu noivo:
- Você nunca vai me dar tanto prazer assim, seu corno. Olha pra mim, olha!
Meu carro com vidros pretíssimos e com o balanço da gostosa cavalgada de Juliana chamava a atenção de Marcelo, que olhava e sorria, sabendo que alguém transava dentro dele e isso enlouquecia a Juliana:
- Olha como o corninho ta adorando saber que você ta fudendo aqui, olha como ele olha pra gente e sorri...
Juliana enlouquecia com seu noivo sorrindo, achando engraçado estarem fudendo ali na sua frente.
- Vou gozar.
- Goza... Estou quase gozando também...
- Goza comigo. Ela pediu.
- Não, eu tenho outra idéia. Goza pra mim, goza...
Em pouco tempo Juliana entrava num gostoso orgasmo, dessa vez, com pequeno medo de ser ouvida, abafou seu grito mordendo meu ombro fortemente.Tirei Juliana de cima de mim e puxei pelos cabelos parar um gostoso boquete. Juliana chupava de maneira selvagem, faminta.
- Goza, vai, estou louco pra te ver gozando, você foi tão gostoso...
Não demorou muito e eu gozei em sua boca. Ela se assustou e tentou cuspir, mas não tinha onde, estava em meu carro e teve o instinto de não sujá-lo. Deixou escorrer pelo próprio corpo. Nos beijamos gostoso e ela se assustou com minha naturalidade, pois depois me contou que em seu noivo, se ela fizesse sexo oral, mesmo sem ejaculação ele não beijava mais sua boca. Deu um lenço para ela se limpar e arranquei com o carro.
Parei na esquina e mandei:
- Agora vai lá ver seu noivinho, ele está te esperando. Disse com um sorriso cínico.
- Não! Preciso tomar um banho, não posso velo assim...
- Prefere que eu volte e abra a porta lá agora?
- Não, pelo amor de Deus, não faz isso.
- Então desce e vai até lá... Vou dar a volta no quarteirão e quando passar em frente, quero te ver num gostoso beijo...
- Por favor, lobo, ele vai sentir o cheiro o gosto, por favor, não faz isso.
- Vamos desce agora ou desce na porta dele, você escolhe...
Juliana pegou sua bolsa e desceu, estava excitada e o prazer tinha sido tão grande que se seu noivo descobrisse ele que fosse se fuder, ela precisava dessa emoção em sua vida.
Desceu e caminhou sorrindo em direção ao seu noivo, balançando a cabeça como quem não acredita no que está fazendo.
Quando passei em frente da casa Juliana e Marcelo davam um beijo ardente, ela atracada nele como se nunca tivesse sentido tanto tesão e vontade de beijá-lo. Buzinei na passagem e Juliana me acenou sem para o gostoso beijo.
No dia seguinte entrei em meu e-mail e encontrei a mensagem:
”Lobo, nunca vou esquecer o que aconteceu, você apimentou minha vida de modo definitivo. Fiz amor ontem com meu noivo como nunca fizemos antes. Ah, e detalhe, depois ele me confessou que além de eu estar muito diferente e gostosa, ele também estava mais excitado porque tinha um casal fudendo como loucos em sua porta, antes de eu chegar. E isso o deixou muito louco. Será que ele gostaria de saber quem eram? Eu duvido (risos). Nos vemos novamente? Espero que sim, quero muito continuar nossas brincadeiras, Ass. Sua noivinha preferida, Juliana.”
Se ele descobriu ou desconfiou alguma vez do carro filmado na porta de sua casa sempre antes de Juliana chegar com todo o tesão em sua casa eu não sei, mas no fundo ele gostou. E ela? Amou... Nunca mais parou de fazer...

Chantageada e Submetida aos Limites

Parte I
Trabalho em uma transportadora de cargas no departamento de TI (Informática). Na minha sala trabalhava uma morena linda, cabelos negros levemente encaracolados, pele de índia, olhos grandes e negros coxas grossas e peitos pequeninos e empinados. Essa morena chamava-se Mônica e era encarregada do departamento financeiro. Ela gozava de regalias por namorar o irmão do dono da empresa e costumava trabalhar com roupas curtíssimas e provocantes. Certo dia eu percebi que o extrato que estava sendo encaminhado para a contabilidade estava com o saldo muito menor do que o que eu havia imprimido pela Internet. Por curiosidade fui procurar saber o motivo e descobri que se tratava de um desvio de dinheiro da empresa e que alguém estava maquiando o extrato. Inocentemente, pedi que ela me esperasse após o expediente, pois tinha algo sério para tratar com ela. Notei que ela ficou nervosa, mas jamais imaginaria que era ela a responsável pelos desvios. Após o expediente, ela me aguardou como eu tinha pedido e quando abordei o assunto, ela veio com muita agressividade, me ameaçando, me lembrando do seu prestígio juntos ao diretor. Eu comecei a notar que ela tinha algo a ver com a situação e imediatamente lhe disse:
- Você deve, então, usar do seu prestígio para exigir provas. Isso eu tenho e posso provar, seja pra você ou para o Diretor, você escolhe.
Ela perdeu o controle e me xingou:
- Quem você pensa que é? Você é um merda que eu boto para fora dessa empresa antes de dar qualquer pio !
Eu na mesma hora retruquei:
- Pois a primeira coisa que farei amanha será ir a diretoria, com o material que prova o que estou dizendo.
Ela, muito nervosa me pede calma e faz a confissão de que é ela que está roubando a empresa. Diz que é muito humilhada pelo irmão do diretor e que por raiva começou a fazer o desvio e que tinha juntado muito dinheiro, milhares de Reais. Me ofereceu R$ 50.000,00 para que eu não a denunciasse.
Nunca senti tanto poder na minha vida. Eu tinha aquela morena linda nas minhas mãos e mandei ela ir beber um pouco de água enquanto eu pensava em tudo que ela tinha dito. Minha cabeça viajou, o poder sumiu a minha cabeça, lembrei meu salário, lembrei o quanto a desejava.
Quando ela voltou eu estava frio, algo tomou conta de mim e uma força perversa me invadiu. Disse assim que ela voltou:
- Você é uma ladra e eu vou te colocar na cadeia. Seu namorado vai fazer questão de te colocar na cadeia!
Ela em choro:
- Por favor, lhe dou mais. Quanto mais você quer?
Nesse momento já estava sentado em cadeira de trabalho, com um olhar arrogante e insensível, abri o zíper da minha calça e coloquei meu pau para fora:
- Para começar, quero que você chupe meu pau, agora.
- Você está louco!
- Estou louco para ver você sair daqui algemada! Escorraçada pelo patrão e o irmão dele, seu namoradinho! Anda, ajoelha e chupa. Eu digo quando parar. Eu digo como eu quero e você só mama !
Nessa hora meu pau já estava duro feito pedra e ela parecia pensar rápido. Se abaixou e pegou meu pau com bastante má vontade. Parecia me olhar, esperando que eu desistisse da chantagem. Eu nada disse, apenas a olhei como quem está perdendo a paciência.
- Ela, timidamente foi se chegando perto do meu pau duríssimo, eu tentava não demonstrar emoção nem atração por ela, mas a verdade é que estava sendo delicioso essa sensação de poder.
Ela começou a chupar de maneira mecânica e eu resolvi que agora com meu pau na sua boca, era hora de humilhá-la.
- Você não sabe nem chupar um pau? Você acha que isso vale seu segredo? Se eu soubesse que você era uma merda dessas não daria meu pau para você chupar.
Suas lágrimas começaram a cair.
- Chupa, vadia, ladra, desse jeito você vai passar a noite toda e eu não vou gozar.
Acho que ela sentiu que se caprichasse um pouco poderia acabar logo com a tortura, pois já estava a uns 20 minutos chupando e eu somente lhe ofendendo e humilhando. Começou a ficar realmente mais gostoso, mas ainda não era uma chupada como eu queria. Dei um tapa em sua cara e ela me olhou com espanto ameaçando parar de me chupar. Segurei-a pelos cabelos e disse:
- Chupa direito essa merda, ou nosso trato vai pro caralho! E chupa me olhando, vai me dar tesão seus olhos de vadia e ladra arrependida. Esse boquete ta uma merda, a gente vai ficar aqui a noite toda!
Com força tirei ela pelos cabelos da minha pica e gritei:
- Quero que você me diga que vai chupar gostoso! Diz: Vou chupar gostoso!
Ela fez sinal que sim com a cabeça.
- Diz, vadia: Vou chupar gostoso!
Ela disse aos soluços:
- Vou chupar gostoso.
Eu a soltei e a olhei como que espera uma reação.
Ela já completamente dominada voltou a me chupar, agora como eu realmente queria. Eu ia mandando e ela ia fazendo:
- Chupa me olhando, agora tira e lambe ele todo, de cima a baixo. Isso... agora coloca ele na boca novamente. Me fode com a boca. Assim... ta gostoso, ta aprendendo, vadia. Sem pressa que agora ta bom. Faz carinho no meu saco enquanto me chupa. Assim, nooooosa, ta bom demais. Ta começando a valer meu silêncio... continua que eu vou gozar.
Olhei para ela, pois sabia que faria carinha de espanto.
- Vai, continua, e não faz manha não, porque vou gozar na sua boquinha mesmo, e quero meu pau limpinho, quero que beba todinho...
Ela chupava agora com força, acho que ficou ansiosa com o que aconteceria e teve vontade de acabar logo com aquilo. Eu deixei, afinal já não agüentava mais ser chupado tanto.
- Continua. Assim... to quase... ta vindo seu leitinho, chupa vadia! Vou gozar. Vou gozaaaaar...
Segurei sua cabeça, pois tinha certeza que ela tentaria tirar. Impedi que ela tirasse meu pau da boca e gozei tudo lá dentro. Mandei ela continuar a chupar.
- Chupa ! Continua, vadia.
Ela estava horrorizada, os olhos estavam arregalados. Quando acabei de gozar, falei relaxadamente:
- Que delícia. Agora termina o serviço e lambe tudo. Deixa meu pau limpinho, porque você foi deliciosa.
Ela chupou até deixar meu pau limpinho. Em alguns momentos sentia que ela tinha ânsia de vômito. Mandei ela levantar e abrir a boca, pois queria ver se ela tinha engolido tudo. Ela abriu e a minha porra estava dentro da sua boca. Eu ri e mandei ela engolir:
- Engole, vadia. Quer jogar meu leite fora?! Engole com a boquinha aberta que eu quero ver.
Ela fez que não com a cabeça, esperando misericórdia, mas eu não me abalei e não repeti a ordem. Apenas a olhei com autoridade e segurei suas bochechas para manter sua boca aberta. Não posso negar que me deu um prazer sádico a dificuldade com que ela bebeu minha porra, tendo uma violenta ânsia de vômito.
Eu ri, e lhe disse:
- Fiquei ofendido com esse show, que exagero, minha namorada cansou de beber minha porra...
Ela nada disse, apenas limpou o canto da boca com as costas das mãos e me perguntou:
- Posso contar com seu segredo?
- Pode, por enquanto pode. Espero você aqui amanhã depois do expediente para conversar sobre esse assunto.
Ela sentiu que não ficaria tão barato, mas apenas se virou e saiu. Eu sabia que ela pensaria em uma maneira de escapar dessa situação e que eu acabaria envolvido como cúmplice. Por isso, tinha que pensar em algo para me livrar de qualquer suspeita, aproveitar sua submissão temporária.

Parte II
O dia se passou tenso. Eu tinha bolado um jeito de colocá-la cada vez mais submissa e envolvida. Chamei Mônica para almoçar, para testar seu comportamento. Ela aceitou, sem demonstrar repúdio ou alegria. Me assustou até sua indiferença. Pensei ter havido algo que pudesse dar uma reviravolta na minha posição privilegiada. Almocei de forma cínica, a olhando como se nada tivesse acontecido, como se estivesse flertando com ela.
Ao fim do expediente, ela, como eu, fingiu estar trabalhando até que todos saíram. Ela veio até a mim, e talvez tentando recuperar o controle da situação, fez uma proposta, na verdade me perguntou com aparente tranqüilidade:
- Quanto você quer? Diga e fazemos um acordo. E o que eu conseguir desviar, daqui para a frente, dividimos meio a meio.
Retruquei:
- Você acha que vou me envolver com você nessa sujeira? Você ontem comprou meu silêncio para pensar se te perdoava ou denunciava você. Não me tenha como sócio ou cúmplice.
Sua frágil calma despencou e o nervosismo tomou conta de Mônica novamente. Aproveitei o momento e calmamente lhe expliquei o que queria dela nesta noite:
- Pegue suas coisas. Vou sair agora e te esperar no próximo posto de gasolina aqui da avenida. Você dá o tempo que achar conveniente para disfarçar e vá atrás de mim. Encosta atrás do meu carro e pisque os faróis. Quero que me siga até minha casa.
Ela tentou argumentar, mas eu virei as costas, peguei as chaves do meu carro e saí, com a mesma falsa arrogância e segurança, que camuflava meu medo.
Fui até o posto e a esperei. Achei que ela demoraria mais, para se recompor, mas para minha surpresa, ela estava a piscar os faróis, muito antes do que eu imaginava. Arranquei com o carro e vi que ela veio atrás. Liguei para seu celular e comecei a brincadeira, ela atendeu:
- Alô? O que você quer? Fiz o que você queria, estou te seguindo para a sua maldita casa!
- Calma Mônica, o que te deu? É assim que me trata, que atende seu celular?
- Ok, desculpa, é que tudo isso me deixa nervosa.
- Pois acalme-se. Quero que você abra os botões de sua blusa. Todos.
- Você está louco? Estamos na rua !
- Que foi? Te deu um lampejo de pudor? Devia ter tido pudor de roubar a empresa do irmão de seu namorado! Faça o que estou mandando, já sentiu que não quero seu dinheiro, então, não me faça perder a paciência e continue fazendo eu ficar calado! Desabotoe todos, agora!
Desliguei o celular. Ela estava próxima ao meu carro, e pelo retrovisor eu a via, socando o volante. A raiva tomava conta dela. Imaginei como ela devia estar procurando um jeito de sair dessa situação que eu a infligia. Mesmo assim, pude ver os botões sendo desabotoados, um a um. Toquei novamente para seu celular. Precisava dela descontrolada, quanto mais surpresa e descontrolada ela estivesse, menos chances teria de pensar e reavaliar a situação.
- Alô, Mônica?
Dessa vez ela conseguiu controlar-se:
- Alô, está satisfeito? Estou como você queria?
- Quase. Quero que tire o sutiam. Estou adorando a visão e quero melhorá-la.
Ela desligou o celular na minha cara. Vi que tinha conseguido, ela estava descontrolada novamente, e com os olhos novamente cheios de lágrimas, começou a tirar o sutiam, com muita dificuldade pois estava dirigindo.
Me divertia com ela tentando tirar a peça e ao mesmo tempo segurando a camisa desabotoada toda vez que passava algum carro ao lado. Vi quando ela com raiva arrancou a peça, arrebentando as alça e jogando-a com força no banco do carona. Me divertia e me assustava pois estava dominando uma mulher forte, e inteligente e que me deixava com um fio de medo.
Me deliciei pelo retrovisor com a visão de seus seios, que eram tapados com as mãos o máximo possível, mas que eu podia vê-los pois alternava a velocidade e a forçava a várias trocas de marcha. Me sentia totalmente no controle. Ela era minha boneca. E que boneca. Deliciosa. Seus seios eram muito menores e mais durinhos do que eu imaginava. Quase não tinha aureolos, apenas o bico se destacava, intumescido, durinho, talvez pela excitação, talvez pelo ar-condicionaldo ligado do carro, para manter os vidros filmados levantados, proporcionando certa proteção contra os olhares vindos dos lados. Apenas eu apreciava aquelas duas esculturas simétricas.
Chegamos desci do carro. Abri o portão e coloquei meu carro para dentro da garagem. Fui até seu carro e mandei ela colocar na outra vaga da garagem. Ela entrou, com misto de medo e alívio, pois estava protegida do olhar dos estranhos.
Desceu do carro abotoando os botões da blusa, quando eu, aproveitando que agora ela estava mais a meu mercê do que nunca, dentro de minha toca, dei-lhe um tapa estalado na face. Ela ameaçou me agredir e dei-lhe outro. Ela caiu de joelhos, seios à mostra e lágrimas nos olhos. Apenas disse:
- Siga-me. E agora, livre-se dessa blusa. Estou cheio de sua frescura. Essa merda eu vejo, pego e chupo a hora que eu quiser.
Ela levantou-se e veio atrás de mim. Retirou a blusa a trouxe nas mãos junto aos peitos, ainda tentando cobri-los. Olhei-a com firmeza e ela soltou a blusa no chão. Entrei em casa, e mandei que sentasse e relaxasse no sofá. Pois eu logo viria. Entrei em meu quarto, que modéstia à parte é muito bem equipado e liguei 3 câmeras. Duas que tinha pedido emprestado. Todas muito bem disfarçadas por vários objetos que coloquei no quarto, justamente para causar confusão visual. Agora era deixá-la o mais descontrolada possível, para que não conseguisse reparar no aparato que preparei para filmar tudo.
Tirei toda a roupa e fui para a sala somente de roupão. Ela estava no canto do sofá, com os braços cruzados sobre os seios. Joguei uma minúscula calcinha sobre seu colo e a mandei vestir. Ela perguntou-me sobre o banheiro e eu com uma risada cínica respondi:
- Coloque aqui, quero vê-la colocando. Sem pressa. Sempre sem pressa.
Seus olhos encheram-se novamente de lágrimas, mas ela nada disse. Levantou-se e, eu, para humilhá-la me levantei e mandei ela parar, pois colocaria uma musica para o show. Coloquei no som um CD mais ou menos apropriado e mandei ela continuar, humilhando-a sempre que possível:
- É assim que você se despe para um homem? Você é uma merda de mulher na cama. Não vale meu silêncio. Rebola, vadia! Passa as mãos pelo corpo, faz alguma coisa pra me dar tesão.
Ela nada fez, apenas tirou lentamente suas roupas e colocou a calcinha que eu havia mandado. Mandei ela me seguir e comecei a colocar meu plano em prática:
- Quero que finja. Quero que você entre naquele quarto e implore para eu te chupar, te fuder. Quero que a verdade saia, que você saiba que quem está ganhando é você, ganhando meu silêncio para poder se esbaldar com o dinheiro roubado que você conseguiu. O que eu quiser que você diga, vou sussurrar em seu ouvido e você vai gritar, bem alto, se eu não acreditar vou começar a ficar violento com você, pode apostar, não vai gostar desse meu outro lado.
Entramos no quarto eu a puxei, fingi que estava lhe beijando a orelha e sussurrei:
- Comece vadia, comece a fingir com um beijo gostoso, como se me amasse mais que qualquer pessoa na sua vida.
Ela me beijou ardentemente, e num desses intervalos de beijo eu fui novamente em seu ouvido:
- Grite para mim que se eu não te possuir como uma puta, que você me mandará embora da empresa. Lembre-se que se eu não acreditar nessa sua atuação, vamos mudar para uma brincadeira mais...digamos... sadô...
Ela me empurrou e gritou:
- Vamos, garoto, ou você me fode bem gostoso, ou pode procurar outro emprego ! Me fôda como uma puta.
De algum jeito, comecei a perceber que ela tinha se excitado. Claro que não estava gostando, afinal era muito dinheiro que ela tinha roubado e o perigo de ser presa a apavorava:
Aproveitando que ela parecia começar a gostar, a beijei com voracidade e fui correspondido, fui ao seu ouvido e pedi novamente aos sussurros:
- Me chupa. Me chupa ainda mais gostoso que a de ontem...
Ela abriu meu roupão, pegou meu pau já babando de tanto tesão e começou o boquete mais gostoso que já provei na minha vida. Eu dava continuidade ao plano e falava:
- Eu não podia estar fazendo isso, mas você é irresistível... Ah... que boca gostosa... continua me chupando assim, por favor, não para.
Ela me olhava, tinha entrado na personagem, tinha sido tomada pelo clima:
- Ta gostoso? Pois quero que você seja muito gostoso, quero em dobro porque, senão, te ponho na rua!
Estava próximo a gozar quando mandei ela parar:
- Para, por favor, senão eu vou gozar e eu quero retribuir esse boquete delicioso antes de gozar...
Ela parou, lambeu meu pau, me olhando com cara de safada, levantou-se sem largar meu pau, me beijou gostoso e disse em tom desafiador:
- Você é muito gostoso, beija gostoso, tem uma pica gostosa, agora quero ver se me faz gozar...
Caminhou para a cama me arrastando pelo pau e, como eu queria, estava parecendo dominado para as câmeras que tudo filmava em 3 ângulos privilegiados!
Já tinha me esquecido de tudo, o prazer tinha tomado conta e Mônica já havia se entregado a fantasia de submissão e prazer. Deitou-se, puxou-me pelos cabelos até enfiar meu rosto na sua buceta, e para minha surpresa e satisfação, me enlouqueceu dizendo:
- Chupa meu empregadinho, chupa sua chefe, quero gozar nessa sua carinha, chupa direitinho a cunhadinha do patrão, ou vai para a rua!
Eu nem tinha como chupá-la, ela rebolava como louca se esfregando em minha boca e eu apenas conseguia colocar a língua para fora. Ela estava como que em transe e os gemidos não demoraram a ficar cada vez mais forte. Acho que depois de ser tão humilhada e submissa Mônica estava adorando esse momento, pois devia estar se sentindo novamente no controle. Seu rebolado frenético foi perdendo a coordenação, enquanto seus gemidos viravam deliciosos urros que me deixavam louco de tesão. Começaram espasmos musculares de quem está prestes a alcançar o orgasmo e aproveitei para chupá-la com toda a dedicação que ela estava merecendo. Chupei aquela buceta já prestes a gozar com muita intensidade, lambia seu grelinho, passava minha língua por toda sua extensão, enquanto meu dedo lhe acariciava por dentro de sua buceta encharcada e quente. Quente como nunca tinha sentido antes. Mônica tentava falar entre os gemidos:
- Não para ! Por favor, continua assim ! Ohhh... chupa a cunhadinha do patrão, chupa que vou gozar gostoso na sua boca! Ahhhhhhhhhh.
Mônica gozou quase me sufocando, enterrando meu rosto em sua buceta enquanto gozava forte, com um urro de prazer selvagem. Com suas últimas forçar, puxou-me pelos cabelos para cima, junto a ela e me deu um beijo delicioso. Um beijo de quem agradece um momento inesquecível. Durante esse beijo meu pau foi encontrando caminho para saciar minha excitação, que neste momento estava a mil. Tive que me controlar muito para não gozar assim que entrei naquela gruta molhada e quente como um forno. Fui entrando e sentia seus músculos vaginais ainda em contração. Mônica ainda estava sob efeito do violento orgasmo. Entrava e saía e Mônica já se refazia do gozo e já esfregava-se em meu corpo colado ao seu. Nossas bocas não se desgrudavam e os gemidos agora eram de ambos. Disse em ouvido:
- Você é deliciosa. Nunca tive uma mulher tão intensa.
O tempo passava e as posições foram se alternando. Mônica agora de bruços me presenteava com a visão da sua bundinha linda, empinadha de um jeito que só essa posição proporciona, com a mais forte e pequenina marca de biquini que eu já tinha visto. Eu hora curtia de vagar a deliciosa sensação de calor e umidade que sua buceta me dava, hora socava com vigor, pois a excitação que me dava seu lindo corpo me deixava selvagem. Ela forçou para levantar-se desta deliciosa posição, para ficar de quatro. Disse a ela:
- Não vou agüentar! Assim você vai me fazer gozar rápido!
E ela com a carinha mais safada que eu já tinha visto na vida.
- Goza, só não goza na minha bucetinha, porque você já está me causando problemas demais.
Sorriu.
Fudi ela com tesão. Ela gemia e pedia mais:
- Fode, você é muito gostoso. Se eu soubesse que você era tão gostoso, já estaria nessa cama a muito tempo! Fode meu gostoso, fode sua chefinha. Goza pra mim.
- Vou gozar ! Vou gozar !
-Ela saiu virou-se de frente para mim e começou a me punhetar, com meu pau na direção de seus lindos seios:
- Goza aqui, Ó!
Apontava para os seios:
- Aqui que é lugar de leitinho. Goza que eu adoro espalhar leite quente pelo meu corpo.
Assim, eu gozei abundantemente, respingando gozo pelos seus seios, escorrendo pela barriga. Mônica me olhava nos olhos enquanto esfregava minha porra pelos seus lindos peitinhos, com as mesmas marquinhas de sol de sua bundinha. Passou a língua nos lábios e me puxou para um apaixonado beijo.
Fiz amor com Mônica naquela noite inteira, nunca imaginei que faria sexo tão carinhoso e prazeroso naquela noite, que prometia apenas fantasias sádicas.
Recobrei o juízo e lembrei da nossa situação. Não podia perder as rédeas e mais, deveria mantê-las firmes, dolorosamente firmes.
Mônica me perguntou onde era o banheiro e eu, com um cínico sorriso lhe perguntei:
- Para que?
- Para a gente tomar um gostoso banho. Respondeu ela toda dengosa.
- É, eu preciso de um banho... e você, quero que vá embora agora.
- Mas assim? Toda suja?
- Suja está milha língua que tocou nessa sua buceta nojenta. Você está lavada de porra. Some daqui. Quero ficar sozinho agora. Quero você assim mesmo, cheia de porra pela rua. Bem vadia, escorrendo leite. Some !
Mônica estava surpresa. Nunca imaginava que isso aconteceria, afinal, fizemos amor de maneira esplendorosa e de repente a joguei de volta a realidade brutal que ela se encontrava.
Ela foi pegando suas roupas e vestindo, mais humilhada do que nunca, justamente por ter fudido com tanto sentimento, por ter gozado como nunca. Mal sabia ela o quanto tinha mexido comigo, o quanto estava apaixonado por ela. Mônica entrou no carro saiu, sem nenhuma palavra dizer.

Parte III
No dia seguinte, no trabalho, Mônica mostrou-se altamente constrangida. Abaixava a cabeça sempre que me via, evitava me olhar nos olhos. Sua segurança tinha ruído, junto com sua auto-estima e principalmente com seus valores morais. Estar em minha mãos e ter sido tão usada e abusada estava sendo terrível para ela. Mas o pior era a humilhação de ter gozado como gozou. Isso a devorava pois era como se tivesse dado uma declaração de que, apesar de tudo, estava gostando.
Ao final do expediente, ao contrário dos últimos dias, fui embora, pois tinha que editar minhas novas fitas. Tinha que fazer meu filme pornográfico com Mônica. Filme em que parecia claramente que eu estava sofrendo chantagem e assédio sexual no trabalho. E o material era perfeito, Mônica tinha se superado e o personagem saiu melhor que eu previa, não precisaria editar nada, apenas escolher os melhores ângulos para cada cena, já que tudo foi gravado com três câmeras.
Antes de sair, passei próximo a mesa da minha deliciosa morena e com o sorriso mais cínico que consegui dar a cumprimentei:
- Boa noite, querida. Você hoje estava linda. E adorei o jeito que se portou.
- Obrigado. Disse ela constrangida.
- Amanhã tenho algumas surpresas para você. Mas relaxe, pois como demonstrou ontem, vai adorar as surpresas.
Senti o medo em seus olhos e tentei não torturá-la tanto:
- Relaxa minha morena... prometo que vai gostar. Ah, antes que me esqueça, esteja linda amanha. Esteja com um lindo vestido.
No dia seguinte estava eu com o DVD nas mãos. Passei Na mesa da minha morena e lhe mostrei, dizendo que após o expediente, queria que ela visse um “filminho” comigo. Ela ficou perplexa, imaginava o que era aquilo, mas ao mesmo tempo tentava se convencer de que era imaginação sua, que eu não tinha realmente filmado tudo. Era impossível, ela não tinha visto nada, não tinha notado nada !
Ela me esperou como das outras vezes, deixando o trabalho para o final do expediente e assim todos a viam realmente trabalhando até mais tarde. Eu como era do departamento de TI da empresa, sempre aparecia algum problema para eu resolver depois da hora e ninguém estranhava me ver na empresa após o expediente.
Quando todos foram embora fui até ela e a convidei para assistir ao DVD em meu computador, já que o dela não possuía o Drive de DVD.
Puxei a cadeira para que Mônica sentasse ela acomodou-se, com um suspiro de preocupação com o conteúdo do filme. Ela estava linda naquele dia. Vestia um vestido de alcinha preto com um grosso cinto também preto que lhe marcava mais ainda as lindas formas.
Quando coloquei o disco e automaticamente o filme começou a ser reproduzido, Mônica apenas abaixou a cabeça, desconsolada. Coloquei nela os fones de ouvido e ela ameaçou arrancar. Eu apenas a olhei com a firmeza de sempre e ela aceitou o aparelho e assim pode escutar o que ela tinha dito naquela noite. Mônica não acreditava que tinha sido idiota o suficiente para me dar aquele material. Horas de sexo apaixonado e frases e mais frases que provariam assédio sexual, como se ela tivesse usado seu cargo e tivesse me levado para cama com ameaças de me demitir.
Ela suava, tremia, sua raiva era nítida, só não sabia se era de mim ou dela mesma, por se envolver em toda essa trama. Após algum tempo eu ejetei o DVD.
- Pronto, acho que já é o suficiente para você entender que não vai dar para você me envolver como cúmplice de sua roubalheira.
Ela me interrompeu:
- Eu não quero te envolver em nada, quero apenas por um fim nisso? O que você quer de mim?!
- Quieta. Quero sim seu dinheiro sujo. Agora eu quero. Quero ele para fazer loucuras com você. Mas quero agora, que ninguém vai acreditar que estou com você nessa. Quero agora que não vou precisar abrir mão do melhor dessa história.
Mônica fez uma expressão de dúvida, afinal o que poderia ser melhor que muito dinheiro?
- Você. Quero você, submissa. Submissa como quando chupou meu pau aqui na sua cadeira de trabalho e deliciosa como esteve lá em casa.
Agora, vamos sair daqui e nos divertir um pouco. Saia e faça como eu fiz da outra vez. Me espere no posto de gasolina e eu encostarei atrás de você com meu carro e piscarei os faróis. Eu te sigo até seu apartamento.
- No meu apartamento? Disse ela em tom de espanto.
- Sim. Disse secamente.
- Você está louco. Moro naquele prédio desde que nasci. Minha mãe, amigos, todos moram naquele prédio!
- Saia agora ! Você me irrita com essa choradeira. Na verdade me diverte... hahaha. Saia agora e faça o que mandei.
Mônica ia saindo demonstrando desorientação, quando eu a interrompi.
- Prometo que vai ser uma aventura e que você pode até curtir. Desarme-se e curta.
Ela sorriu, um sorriso confuso. Saiu lembrando-se de como tinha sido gostoso a noite em minha casa, mas lembrou-se também de que aquilo tinha lhe trazido sofrimento também, que tinha lhe amarrado mais em minha trama. Caminhou para seu carro com o mesmo sorriso confuso. Pensou:
- Foda-se, já estou enrolada até o pescoço, vou juntar muita grana e viajar ! Pra sempre ! Vou esquecer isso aqui, esquecer esse filho da puta. Filho da puta gostoso, nunca gozei tão gostoso, nunca gozei tanto numa noite, nossa!
Fiz algumas coisas que tinha mesmo que fazer e fui para o local combinado. Mônica me viu e seguiu para seu apartamento. Ela estava linda naquele dia. Quis ir pelas escadas.
- Moro no quinto andar, vamos de elevador...
- Vamos de escada, quero curtir sua adrenalina...
Ela subia lentamente e eu ia atrás, suas coxas brilhavam, eram torneadas e musculosas. Suas coxas eram sem dúvida a parte mais linda de seu corpo perfeito. Sua bundinha não era grande, era linda, mas não chegava aos pés de suas linda coxas. Eu agora lembrava das fortes marquinhas de sol e pensava se não estava sendo injusto com aquela linda bundinha, morena jambo com um triângulo quase branco.
Chegamos ao quinto andar e ela parou diante de uma porta de madeira e abriu sua bolça para pegar as chaves. Segurei suas mãos, impedindo ela de abrir a porta. Sussurrei em seu ouvido:
- Não abra agora, largue suas chaves e me dê sua bolsa.
Ela, imóvel com a minha foz rouca em seu ouvido me obedeceu. Senti que estava excitada com a situação e respirava forte, muito forte por ter subido os vários lances de escada. Coloquei sua bolsa no cantinho da porta e segurei suas mãos. Ela de frente para a porta, de costas para mim. Espalmei suas mãos seguras junto as minhas, uma em casa coluna do caixonete. Roçava em sua linda bundinha, enquanto beijava seu pescoço. Ela levantava a cabeça, me dando seu pescoço para ser beijado, e fez ou outra o retraía, reflexo do tesão que era estar ali, dominada, imprensada na sua porta com um homem a beijar sua nuca. Soltei suas mãos, e ela tentou me abraçar, mas eu a impedi e mandei ela ficar como estava. Ela estava nervosa, tremia demais:
- Você está louco, já te disse que minha mãe mora nesse prédio!
- Quer que eu pare?
- Ai... quero.
- Tem certeza?
- Não... disse, com a voz de quem está se controlando para não gemer de tesão.
- Então relaxe, só quero me divertir.
Ela agarrou o caixonete da porta como quem morde um travesseiro num momento de prazer intenso. Eu continuava a beijar seu pescoço abraçado a ela, por trás, com as mãos na altura do seu ventre.
- Estou entrando num terreno ainda mais perigoso, Mônica. Estou me apaixonando por você.
Isso mexeu com ela, libertei naquele momento ela das amarras da preocupação. Agora ela estava apenas vivendo uma aventura de submissão e não um pesadelo de chantagem. Ela rebolava levemente agora, mas sem nenhuma vulgaridade. Mônica era uma dançarina do sexo, se mexia com uma sensualidade avassaladora.
Minhas mãos foram passeando pelo seu corpo.
- Pelo amor de Deus, não faz isso. Aqui não.
- Quer que eu pare?
- Por favor, não vou resistir, pare...
Minhas mãos agora certas de estarem agradando passeavam entre suas coxas, uma pela frente chegava próxima a sua bucetinha e como sempre estava fervendo, sentia o calor e voltava. A outra por trás alisava desde a parte atrás dos joelhos até sua polpa da bunda. Seu suave rebolado tinha parado. Já não tinha mais coordenação e agora só forçava a bundinha para trás na tentativa de sentir meu pau duro como pedra.
De repente, um puxão violento desci sua calcinha até os joelhos. Sabendo que ela tentaria virar-se segurei suas mãos.
- Você está louco, não faz isso!
- Faço o que eu quiser. Você é minha. Minha escrava, minha mulher e minha paixão. Disse a ela enquanto chupava seu ouvido.
Aquilo surtiu um efeito louco, ela não mais reagia, queria fuder ali, fôda-se se alguém passasse, fôda-se !
Coloquei meu pau para fora e ele foi engolido pela buceta de Mônica, que faminta rebolou quase sugando ele para dentro de si.
- Nossa, que fome é essa menina. Disse-lhe sem deixar de beijá-la no pescoço e na orelha.
- Você me deixou assim, agora faz bonito, porque esse perigo vai ter que valar a pena, menino!
Eu fudia ela com força. Era hora de fuder como um animal, ela queria isso, podia sentir. Dei um nó em seu vestido na altura da cintura, deixando Mônica com a bunda toda de fora no corredor do prédio:
- Louco! Gostoso! Me faz gozar gostoso, porque estou merecendo hoje!
- Você merece tudo, ninguém fode como você, amor.
Fudia com força e lhe dei o primeiro tapa estalado. Slaaaap!
- Você enlouqueceu? Vão ouvir!
Slaaaap! Estalou o segundo, ainda mais forte.
Mônica assustada apenas rebolava. Nunca tinha apanhado de homem nenhum. Aquela fantasia estava lhe deixando louca. Sentia-se mais mulher, mais livre, mais louca. Segui-se a este momento as contrações e perda de coordenação que eu já conhecia. Era Mônica gozando, ali, na porta, sendo fudida por trás de maneira selvagem e apanhando na bunda.
- Estou gozando, não para, bate na sua morena, quero gozar apanhando.
Slaaaap! Slaaaap! Batia na força certa, para não atrapalhar mais um orgasmo intenso de Mônica.
Ela Sentia-se como uma de suas amigas vulgares, que contava esse tipo de “feito” nas rodinhas e ela ria-se, achando impossível fazer sexo dessa maneira. Estava agora, quase nua no corredor de seu prédio, gozando e como o gozo era intenso e como o macho que lhe fudia e batia era gostoso. Acelerei os movimentos para gozar junto com ela. Gozei fundo, inundando sua buceta com meu lente quente.
Precisei segurá-la para que não caísse no chão. Fui me abaixando com ela nos braços e, sentados no chão, nos beijávamos. Ela levantou-se assustada com passos, pegou as chaves, abriu a porta e me puxou para dentro com tanta velocidade que rimos muito lá dentro. Nos beijamos e disse que iria embora:
- Fica, por favor. Não me trata daquele jeito novamente.
Me despedi e lhe disse:
- Nunca vou lhe tratar do mesmo jeito. A cada dia você vai poder ter uma surpresa diferente. Você ainda é minha. Minha escrava.
- Porra, que hora para me lembrar dessa merda! Sorriu.
- Beijos. Te vejo amanhã. Sorri em resposta. – Mas não relaxe pois amanhã posso estar num dia ruim. Sorri novamente de maneira misteriosa.
Mônica já não tinha mais medo. Afinal, com toda a pressão da situação os últimos dias estavam sendo os mais loucos de sua via. Não faltava aventura, emoção e prazer.
Descia as escadas e estava prestes a virar quando ouço o grito:
- Te amooooo !
Sorri e pensei “ Também te amo”.

Parte IV
Mônica já sorria quando esbarrava comigo pelos corredores da empresa. Tinha um lindo sorriso. Abaixava levemente a cabeça, como sinal de um pequeno constrangimento, que tornava seu sorriso provocativo.
Minha única preocupação agora era pensar no que eu podia fazer com minha escrava. Estava completamente apaixonado, mas tinha ela nas mãos e isso me dava o poder de realizar qualquer fantasia que eu tivesse. Tudo era permitido e isso me deixava ansioso. Precisava de dinheiro, pois isso daria asas a minha imaginação.
Estava a alguns dias saindo do trabalho e indo com ela para minha casa ou para seu apartamento. Fazíamos amor muito gostoso, pois Mônica era espetacular na cama, mas faltava mais.
Sentei em frente a mesa da minha morena e lhe falei:
- Precisamos conversar sobre a parte financeira do meu silêncio.
- Diga. Mais essa agora. Você não está satisfeito? Quer estragar nosso lance?
- Não. Quero apimentar nosso lance.
- Ok. Quando quer? Diga.
- Quero apenas R$ 10.000,00.
- Ta brincando. Te ofereci R$ 50.000,00 um dia desses e você não aceitou.
- Só preciso desse valor. E vai sobrar.
- Ta. Deposito na sua conta.
- Quero em dinheiro, amor. Estou apaixonado por você, mas continuo com as cartas na mão e não estou ficando burro de prazer.
Ela somente sorriu.
No dia seguinte foi a minha casa com o dinheiro que eu pedi. Estava linda, com um vestido de alcinha, do jeito que eu adoro, desta vez azul. Se insinuou toda, e eu achei que podia fazer uma brincadeirinha. Despejei todo o dinheiro em cima da cama e ela jogou-se em cima, rindo muito:
- Nunca imaginei que ficaria tão feliz em ser extorquida.
- Esta na hora de você ser estocada! Ri muito.
Fizemos amor muito gostoso, ela me chupou como sempre fazia, me levando a implorar para ela parar, perigando gozar antes de começar a fuder aquele monumento. Ela parou e eu pedi que ela ficasse de quatro com as pernas bem abertas, na beira da cama. Empurrei sua cabeça até encostar o rosto na cama e com ela assim, completamente empinada e aberta, comecei a chupar sua bucetinha deliciosa. Ajoelhado no chão, tinha liberdade de chupar aquela delícia inteira. Chupava do grelo ao cu, e ali ficava, salivando e brincando com seu botãozinho ainda intocado.
- Estou louco pra fuder esse seu cuzinho, amor.
- Você ta é louco! Isso nunca.
- Vou fuder ele, Mônica, não hoje, e não por chantagem. Você vai implorar pra eu fuder seu cuzinho, vai sonhar que está gritando com meu pau te rasgando.
- Vai sonhando...
Mônica foi embora e eu juntei o dinheiro. Após três dias disse a ela que tinha uma surpresa. Que no dia seguinte ela viesse linda, sedutora. Dei um endereço para ela de uma clínica de estética que fazia depilações especiais e lhe disse que era para ela depilar tudo, não deixar um pêlo sequer na buceta e no cuzinho. Ela riu:
- Você agora tá com essa fixação no meu cu, é? Vou morrer de vergonha nessa clínica, mas eu topo.
Sorri e a elogiei:
- Você é mesmo fantástica. Espero que goste da surpresa pois me custou R$ 5.000,00. E saí.
No outro dia ela estava mais linda do que eu imaginava. Acho que a frase “Surpresa me custou R$ 5.000,00” deixou ela bem estimulada. Os cabelos encaracolados estavam com cachos mais longos, quase lisos e com um brilho diferente, estava maquiada de maneira suave e vestia um vestido amarelo quase branco, realmente bonito e translúcido. Tinha forro, não dava para ver nada, mas insinuava uma transparência que arrancou elogios de todos naquela manhã. Eu mesmo fui o primeiro:
-Você me surpreende. Sempre. Tento não ficar surpreso, mas é impossível. Você está linda, deslumbrante!
Quando o expediente acabou, saímos juntos com a discrição de sempre.
Fui com ela até sua casa, o que a deixou um pouco decepcionada, mas logo passou essa impressão, pois mandei ela guardar o carro, pois não voltaria para casa. Passaria a noite comigo.
Ela deixou o carro na garagem e veio em minha direção. Abri a porta para ela e a beijei com carinho, para não borrar sua maquiagem perfeita.
Ela se sentia nas nuvens, fui para um lindo restaurante a beira mar, e pedi uma garrafa de champanhe. Ela estava respirando felicidade. Pedi a conta e lhe falei sorrindo:
- Está na hora da surpresa.
- Nossa. Ainda tem mais?
- Você não tem idéia de quanto mais.
Senti ela apreensiva, mas confiava que eu não estragaria uma noite como aquela. E pensando alto me confidenciou:
- Para falar a verdade, acho que não há o que você me faça, por mais pervertido que seja, que eu não vá adorar. Você me perverteu meu gato.
- Vamos. Tem gente esperando por nós.
Ela levou um susto. Gente? O que eu estaria planejando?
- Louco. Esse cara é louco. Pensou.
Fomos para uma marina, e ela olhava tudo deslumbrada. Fomos até um caís onde encontrava-se a nossa espera uma lancha grande, com uns 50 pés. Toda iluminada e com um homem grande e bonito, vestido de branco, roupa de marinheiro com os braços cruzados às costa, a nos receber na rampa do embarque.
Dentro do barco estava mais um homem, com biótipo parecido com o que nos recebeu à rampa e mesma vestimenta. Nos convidaram a sentar numa bonita mesa, com uma garrafa de champanhe a gelar num balde de gelo. Bebemos mais um pouco e, ela muito feliz. Pedi que se levantasse e desfilasse para mim.
- Fico envergonhada, os homens estão aqui. Dispense eles por favor.
- Claro que não. Ainda é muito cedo para isso. Desfile. Eles estão aqui para lhe servir. Apenas para lhe servir no que você quiser.
Mônica se levantou, afastou-se lentamente e rodopiou sensualmente. Levantou parte do vestido mostrando as coxas, que ela sabe, me enlouquecem. Fez pose. Estava linda e sedutora.
- Está depilada, como lhe mandei?
- Que isso?! os rapazes estão aqui!
- Está depilada?
- Estou. Sorriu constrangida com a presença dos homens.
- Tire sua calcinha e jogue para mim.
Ela me olhou com espanto, mas viu novamente meu olhar duro em sua direção. Sentiu que estava mandando, não estava pedindo.
Retirou sem jeito a calcinha e jogou na minha direção, evitando os olhares dos marinheiros.
- Agora o sutiam. Se tem algo que você não precisa é deles.
Ela retirou por debaixo de vestido, e me jogou a peça íntima.
- Levante um pouco o vestido.
Ela levantou.
- Mais.
Ela levantou muito pouco. Olhei novamente com segurança de quem está no comando. Ela levantou mais. Estava de cabeça baixa, pois estava muito perto de aparecer mais que suas coxas.
- Mais, quero ver se está como mandei.
- Não! está louco?
- Agora ! Não estrague o que preparei com carinho para você.
Ela levantou até a cintura e os falsos marinheiros estavam loucos nesse momento.
- Ela não é linda, rapazes?
- Maravilhosa. Um disparou. – Perfeita. Disse o outro.
- Deixe esse vestido cair no chão, Mônica, quero que eles vejam você inteira. Quero que vejam como você é linda.
Mônica estava morrendo de vergonha, mas eu me levantei e encorajei ela a continuar:
- Você é linda. Eles foram contratados por mim. Sabem de tudo que eu farei com você. Eles não são nada. Eu tenho o poder. Você é minha mulher. Eles só fazem o que eu mandar o que você disser para fazer. Relaxe e brinque com esses nossos bonecos. São seus. São nossos.
Ela deixou o vestido cair e com um sorriso sensual desfilou na frente de ambos, olhando nos meus olhos que brilhavam. Mônica agora se divertia e eu queria tornar tudo uma onda de surpresas.
- Meninos, mostrem para minha mulher como vocês estão loucos de tesão, mostrem agora.
Ambos colocaram seus paus para fora e estavam duros como pedra, babados de porra pelo tesão pelo corpo perfeito de Mônica. Ela assustada não sabia o que fazer.
- Segura, amor, veja se você é mesmo linda. Veja se estão duros como você imaginava que estariam com a visão de seu corpo.
Mônica estava curiosa para sentir a dureza dos paus, que como eu tinha dito, demonstrava o quanto ela era desejada, o quanto ela era linda.
- Você é linda, aposto que estão tão duros quanto você imaginou.
Mônica pegou nos paus dos falsos marinheiros e sorriu com satisfação, pois estavam muito duros e pulsavam em suas mãos.
- Eles estão dizendo que sou linda, amor, estão pulsando em minhas mãos de tão duros. Riu de maneira mágica.
Quando ela se virou, eu já estava de roupão, sentado numa cadeira.
- Até quando eles resistem, amor? Será que vão agüentar aí? Imóveis sem lhe atacar?
- Não sei. Posso testar eles?
- Deve. Tirem as roupas rapazes. Ela quer brincar.
Os homens ficaram nus e tinham corpos perfeitos, completamente sarados. Mônica disfarçou, mas ficou louca. Passou a mão por seus peitos, depilados e oleosos, passou a mão em suas nádegas tocou a cabeça dos paus com os dedos, para sentir se estavam úmidos nas pontas. Queria realmente saber até que ponto estava sendo desejada.
Eu da minha cadeira decidi começar a verdadeira surpresa:
- Fôda, Mônica. Quero ver você fuder os dois.
- Está louco?
- Estou. Louco para ver você fuder com esses dois homens na minha frente.
Ela estava confusa e novamente fui até ela e com muito carinho sorri e lhe sussurrei ao ouvido:
- Não estou filmando hoje, juro. Quero só ir ao limite com você. Seu limite ou meu limite. Somos só nós dois, eles não são nada, são apenas bonecos para você usar para me enlouquecer. Quando estiver fudendo, basta pedir para que vão embora que eles irão. Agora faz isso por mim.
Mônica sem jeito virou-se para os rapazes. Não sabia o que fazer e eles sabiam disso, sentiram que Mônica nunca tinha feito aquilo. Acenei com a cabeça e eles entenderam que era para começar. Mônica já queria, só não sabia como começar.
Os homens começaram a circular minha escravinha. Eles a tocavam, braços, cabelos. Ela fechava os olhos e eu sentado a menos de dois metros sorria para ela, aprovando tudo. Mônica sorria de volta, tinha novamente entrado no clima. Pisquei para os homens e esse era o sinal verde. Começaram a chupá-la por todo o corpo, pescoços, seios, cintura. As quatro mãos cobriam o corpo de Mônica e ela apenas relaxava. Os homens fizerem ela de recheio de sanduíches, colocando seus paus entres suas coxas, um por trás e outro pela frente. Mônica já rebolava entre os dois, com a mesma graça que rebolava para mim. Dançava sua dança sexual, a dança que denunciava sua buceta já quente e molhada. O homem que estava por trás estocou Mônica de uma única vez, a assustando, mas não machucando, pelo estado de excitação que ela se encontrava e que ele, profissional, já havia percebido. Nesse momento, enquanto um fudia Mônica por trás, o outro dava sua enorme pica para ela chupar. Mônica não sabia, mas era uma máquina de prazer. Mônica logo gozava pela primeira vez:
- Vou gozar, me fode com força, fode !
De pertinho via como ela, mesmo sendo a primeira vez, se portava numa orgia com dois homens desconhecidos. As poucas vezes que tirava o pau do falso marinheiro da boca para me provocar com alguma frase safada, esta frase saia entrecortada pela respiração forte, resultado do enorme prazer que estava sentindo. Mônica tinha um orgasmo atrás do outro.
- Estou gozando, amor ! Que surpresa deliciosa, que experiência maravilhosa ! Ah....
Um marinheiro socava furiosamente, num vai-e-vem longo, pelo tamanho de sua pica avantajada. Na boca, Mônica sufocava-se com outra pica enorme. Os homens revezavam-se quando próximos ao orgasmo, prolongando a foda ao máximo. Mônica já pedia para parar, já não tinha mais forças, tamanho o número de orgasmos desfrutados. Exausta e satisfeita, mesmo com todo o prazer que ainda estava desfrutando, já se tornava uma tortura tanto prazer sem descanso. Mônica me implorava:
- Chega, quero fuder você, não agüento mais esse massacre sexual.
- Quero seu cu. Só seu cu.
- Não! isso não dou!
- Então divirta-se com nossos brinquedos ou peça para irem embora.
- Não! quero você ! Quero ser fudida por você desde o primeiro momento que chegamos aqui.
- Quero seu cu. Hoje só quero fuder você se for arrancar esse cabacinho do seu cu.
Mônica estava exausta e deliciada com a experiência sensacional que eu havia proporcionado a ela. Ela me chamou baixinho e dengosamente me falou:
- Fode meu cuzinho então, amor, fode qualquer coisa que quiser, só não me deixa sem sentir você hoje. Completa minha noite...
Os homens colocaram Mônica de costas, pernas abertas, debruçada na lateral da lancha. Eu disse a Mônica:
- Olha para cá, olha pra trás, porque esse show estava ensaiado, sabia que me daria o cuzinho hoje!
Ela riu, um riso exausto:
- O que você quiser, amor. A cada dia percebo que estou mais dominada...
Numa coreografia pornográfica o primeiro a gozar na bundinha deliciosa de Mônica ia espalhando porra em seu cuzinho, preparando aquela bundinha virgem para mim. O outro seguiu o mesmo ritual, enfiando seus dedos lambuzados de porra, deixando o cuzinho de Mônica completamente lubrificado e lambuzado. Os homens seguraram Mônica com firmeza e abriram uma nádega para cada lado. Acariciavam muito o grelinho de minha escravinha, deixando ela extasiada com a cena talvez sonhada, mas jamais cogitada de ser realizada.
- Posso entrar agora, meu tesão?
- Agora e sempre. E como quiser. E onde quiser. Me fode, mas me dá prazer, me rasga até, mas me faz gozar.
Fui empurrando enquanto Mônica tentava desistir. Os homens me ajudavam, seguravam ela firme e a enchiam de carícias em sua bucetinha. Entrei completamente dentro de minha escravinha amada e, como sempre,provoquei:
- Está gostosa, minha pica todinha no seu cuzinho, amor? Adorei tirar seu cabacinho, agora quero seu rabinho cheio de leite.
- Me fode, me fode antes que eu desista, tá doendo muito !
Comecei a me movimentar e Mônica estava desesperada. Por mais lubrificado e preparado que esteja, o primeiro anal é sempre uma tortura. Mônica estava decidida:
- Soca, filho-da-puta ! Não to agüentando, goza logo, por favor !
Eu socava, queria gozar logo, não queria traumatizar minha moreninha deliciosa. Em pouco tempo o gozo veio:
- To gozando, delícia, to gozando dentro do seu cuzinho ! Ah... rebola, vai...
Mônica mordeu as mãos para agüentar a dor e rebolou no meu pau. Gozei e retirei minha pica de dentro de sua bundinha:
- Me perdoe, amor, não queria que fosse tão ruim.
- Ruim? Teria deixado você meu cu com uma faca, se fosse o preço por essa noite ! Te amo.
Nos beijamos enquanto os marinheiros afastavam-se para a cabine, para prepararem-se para ir embora e receberem seu pagamento pelo serviço muito bem prestado.

Parte V

Agora minha linda morena estava completamente dominada e apaixonada. A cada dia que passava minhas fantasias a deixavam mais excitada e a cada dia eu brincava com seus limites. Um dia Mônica recebeu flores, um cartão e um pacote de presente em sua mesa do trabalho. O cartão sem remetente apenas dizia: “Amanhã quero você novamente deslumbrante. Quero que use este presente. Quero que venha para o trabalho usando meu presente”.
O dia transcorreu normalmente. À noite, em minha casa, recebo o telefonema de Mônica:
- Você é um tarado louco mesmo! Como vou colocar isso garoto?!
- Ponha por baixa da roupa que quiser, não disse qual roupa você deveria usar, então, te dei liberdade para escolher. Ri.
- Para cobrir isso terei que usar mangas compridas e gola role!
- Pois use...
- Ta... porra, você me dá um trabalho... te vejo amanhã, então. Faça valer a pena. Disse rindo.
- Para mim vai valer, espero que você goste.
Aqui é Rio de Janeiro, nesta época do ano faz um calor absurdo e no dia seguinte Mônica estava na empresa de camisa com gola role e calças largas. Todos estranharam, pois ela sempre abusou de roupas curtas e sensuais, e agora estava coberta dos pés à cabeça e num calor onde todos sonhavam estar nus numa praia.
- O que você tem, Mônica? Perguntou um funcionário espantado.
- Estou com febre, acordei morrendo de frio. Despistou.
O dia se passou e ela, a toda hora brincava que iria me matar por fazê-la passar por isso. Eu me divertia com a situação, mas com certeza Mônica também estava se divertindo muito.
Saímos juntos do trabalho e fomos para um hotel que eu tinha descoberto, com uma suíte que lembrava uma masmorra antiga. Ela ficou impressionada com a decoração da suíte que facilitava entrar no clima que eu planejava.
- Agora que você entendeu, fique vestida de maneira adequada.
Mônica foi tirando a roupa e ficou com a roupa que lhe dei de presente. Um short minúsculos de couro com abertura entre as pernas, que deixava desde os pelos pubianos até o ânus descoberto. Este short possuía argolas na altura da cintura. Um sutiam meia taça também em couro, com recortes nos mamilos para que ficassem à mostra. Nos pulsos, tornozelos e pescoço estavam presos umas tiras de couro que lembravam coleiras de cachorro, com argolas presas ao couro, muito macio e confortável.
Mônica se olhava no grande espelho que a suíte possuía e estava adorando. A fantasia era linda. Tinha custado o restante do dinheiro que tinha sobrado da aventura com os marinheiros na lancha. Ela veio toda feliz me abraçar e surpreendeu-se quando prendi a primeira corrente em seu pescoço e a mandei abaixar-se como uma cadela. Ela sorriu e obedeceu. Puxei Mônica de quatro até uma parede da suíte onde havia cordas com presilhas nas pontas nos quatro cantos da parede. Puxei Mônica para cima, fazendo-a ficar de pé e prendi uma corda em cada argola. Pulsos e tornozelos. Me afastei e comecei a girar duas manivelas que iam esticando as cordas dos pulsos. Fui esticando e olhando Mônica nos olhos, queria imobilizá-la mas sem machucar. Quando notei que ela fez uma expressão diferente parei. Ela estava calada, tinha um pouco de medo nos olhos. Cheguei bem próximo a ela e passei a mão pelos seus braços para verificar se estavam bem esticados e imobilizados. Me afastei sem falar nada e comecei a rodar as outras duas manivelas, que esticavam as cordas dos tornozelos. Em um momento, as lindas pernas de Mônica estava muito abertas e notei que ela estava desequilibrada. Fui até ela e prendi as argolas de sua cintura nas presilhas da parede, para que ficasse apoiada e confortável, se é que isso era possível. Verifique com suavidade se suas pernas estavam esticadas como os braços. Passava as mãos por entre suas pernas lisas e musculosas e realmente estavam esticadas. Seus tendões saltavam fazendo as coxas de Mônica ficarem ainda mais linda. Mônica sorrindo brincou:
- Morri de calor hoje por sua causa e é assim que me trata?
- Resolvido seu problema com o calor?
- Ahã. Ta uma delícia esse ar-condicionado. Está fresquinho aqui.
Mal sabia Mônica que o ar estava no máximo e que em algum tempo aquela falsa masmorra estaria gelada.
Passeava as mãos pelos músculos esticados do lindo corpo de Mônica. Nessa altura os bicos de seus seios estavam durinhos de frio. Bolinhas de arrepio se formavam pela sua pele.
- Ta frio amor, diminui isso! Resmungou.
Não lhe dei atenção, estava ocupado curtindo o quanto ela estava linda daquele jeito. Chegava com minhas mãos muito próximo a sua bucetinha totalmente depilada e Mônica parecia tentar se esfregar na minhas mãos. Me abaixei e olhava de pertinho sua linda bucetinha, já brilhando devido ao seu mel que já escorria. Lambi delicadamente, arrancando um urro de minha morena. Levantei e lambi os lábios:
- Você tem um sabor delicioso...
- Noooosa. Volta lá e me bebe inteira. Cheguei a sentir um impulso elétrico com essa sua língua quente me tocando. Ta muito frio aqui...
Dei-lhe um beijo gostoso, beijei seu pescoço, fui descendo e beijei seus lindos e pequeninos seios. Me afastei para ir buscar uma champanhe no frigobar.
Trouxe a champanhe juntamente com uma cadeira e me sentei bem próximo a ela, enchi minha taça e bebia enquanto apreciava aquela linda escultura.
- Me dá um golinho...
- Você quer champanhe?
- Ahã. To com água na boca...
Me levantei, enchi outra taça e dei em sua boca, deixando escorrer propositalmente o líquido gelado pelo seu corpo.
Mônica já tremia de frio.
- Vem meu amor, me esquenta, me fode porque não estou agüentando de tesão e de frio.
- Quer que eu te esquente?
- Quero, vem... to me sentindo encharcada. Minha bucetinha ta pingando de tesão...
- Vou mudar você de posição então. Deixa eu lhe soltar....
Soltei minha escravinha e puxei virei-a de frente para a parede. Voltei a prendê-la da mesma maneira, mas desta vez com as pernas ainda mais esticadas.
Alisava das costas de suas lindas coxas até sua linda bucetinha enquanto com a outra mão acariciava seu pescoço nuca, costas e cintura. Coloquei meu pau para fora e vez ou outra o encostava entre suas coxas. Mônica implorava:
- Me fode, estoca esse pau gostoso na minha bucetinha!
- Você não queria que eu esquentasse você?
- Isso, me esquenta, quero sentir calor mesmo nesse frio horrível!
- Você vai esquentar... Ri um riso sinistro.
Dei a primeira tapa em sua linda bundinha. A primeira tapa realmente forte que dei em Mônica em todo esse tempo. Slaaaap !
- Aí.
Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap !
- Aaaaí. Que isso, amor?
Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Estalava minhas mãos sobre uma nádega.
- Para, ta ardendo.
Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Era a outra nádega que sofria agora.
- Calada!
Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap !
Mônica gritava, e já chorava. Sua bundinha já estava vermelhinha.
- Para, pára !
Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Sua bundinha já tinha tomado um tom vermelho-escuro e Mônica já parecia mole, pendurada pelas amarras.
Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Eu batia sem pena.
Mônica já suava pois a surra tinha realmente lhe produzido calor. Abaixei-me próximo à sua bunda e passava minha língua por toda sua extensão. Sua bundinha estava tão sensível ao violento castigo que minha língua causava ardência. Comecei a chupar sua bucetinha e seu cuzinho depilados e Mônica despertou de sua momentânea calma. Começou a suspirar mais forte. Chupava com muita dedicação e rapidamente Mônica voltou a ficar encharcada novamente:
- Você é uma vadia mesmo, acabou de apanhar e é só dar uma chupadinha pra você se derreter toda para o seu macho!
- Chupadinha? Nooooosa, isso é tudo de bom... não para, acho que eu mereço depois de ter sofrido tanto...
Eu chupava sim, chupava para pagar tudo que tinha feito a ela, chupava como quem quer se desculpar de cada tapa estalado em sua bundinha. Mônica urrava e já anunciava um orgasmo daqueles.
- Vou gozar! Ahhhhh... chupa! Chupa!
Slaaaap ! Estapeei com força enquanto chupava gostoso sua buceta. Slaaaap !
- Continua, to gozando amor! To gozando!
Chupava seu cuzinho enquanto lhe acariciava o grelinho com uma mão e com a outra socava dois dedos na buceta de Mônica.
- Ahhhhhhhhhh! Com um grito estrondoso, Mônica anunciou seu orgasmo.
Enfiei-lhe a pica de uma vez, e ela quase desmaiou com a sensação. Seu orgasmo foi multiplicado pela penetração que ela tanto estava desejando.
- Toma, tesão, toma minha pica !
Mônica nem mesmo conseguia falar. Seu corpo se convulsionava de prazer.
Meu pau estava completamente molhado pela farta lubrificação que Mônica produzia. Ela sempre estava assim, encharcada e fervendo. Enquanto socava furiosamente sua bucetinha por trás, esfregava minha mão por seu grelinho e espalhava seu mel por toda sua bundinha e cuzinho, deixando tudo molhado de prazer. Saquei minha pica de sua bucetinha e soquei em seu cuzinho de uma única vez.
Mônica tentou sair, mas estava imobilizada e recebeu o mais forte tapa daquela noite. Slaaaap !
Continuei socando furiosamente em seu recém inaugurado cuzinho. Mônica não tinha forças para reclamar e apenas suportava a dor da sodomia e dos golpes cada vez mais ferozes. Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap !
Slaaaap !
Gozei profundo, inundando seu cuzinho de porra.
Apoiado na parede, juntado o máximo nossos corpos a beijei ardentemente atrás das orelha, nuca e boca, após ela virar-se para um ardente e apaixonado beijo. Soltei rapidamente as amarras e Mônica me abraçou e me beijos apaixonadamente.
Levei-a no colo para a cama onde lhe dei novo banho de língua. Mônica exausta apenas relaxava de bruços, enquanto eu lhe chupava ardentemente. Ela estava largada, na cama, como morta. Morta de prazer cansaso. Suas nádegas ardiam como fogo e seu corpo estava cansado como após uma viagem. Uma viagem pervertida, que a cada dia mais fazia parte de sua vida sexual. Mônica gemia baixinho, sem a força de antes.
- Ohh... hum... gostoooooso. Muito gostosa sua língua... hum...
Minha língua ia fundo no seu cuzinho, queria beijá-la por dentro, lamber pequenas fissuras que devia ter feito em seu cuzinho quase virgem. Queria me desculpar com ele por ter socado meu pau sem nenhuma pena.
- Está maravilhosa essa língua no meu cuzinho, amor. Me chupa todinha. – Isso, nooossa, sua boca quente na minha bucetinha ta me enlouquecendo novamente... assim vou querer mais pica.
Dobrei uma de suas pernas até próximo aos seios e mantive a outra esticada. Sentei-me sobre sua perna esticada e comecei a pincelar minha pica em sua bucetinha já encharcada novamente. Fui introduzindo meu pau na posição que mais gosto. Esse X é uma delícia. Ela permanecia meio de bruços, meio de ladinho, pois seus ombros tocavam a cama, mas apenas um lado de seu quadril permanecia junto a cama, pois a outra perna ficava sobre a minha coxa.
Com as mãos em seu quadril, controlava minha penetração. Mônica nunca tinha fudido comigo desse jeito e ficou extasiada, pelo conforto que esta posição propicia e pelo efeito erótico de ser fudida por trás, como uma cadela.
- Amor, o gozo ta vindo novamente, hoje vou morrer de fraqueza!
- Goza, amor. Goza gostoso pra mim.
- Hum... fode assim. Assim é muito bom... Me fôda sempre assim.
- Gosta de moleza, né? Ficar deitadinha sendo fudida...
- Adoro, adoro! Ta muito bom... Oh... ta vindo, amor... fode, fode quietinho que eu quero curtir isso. Disse sorrindo.
Bombei forte, mas não selvagem. Queria um ritmo para gozarmos juntos.
- To gozaaaando, amor. Continua!... huuuuuummmm. Ahhhhhhhhh!!! Gozou aos gritos, mordendo o travesseiro.
- Ahhhh... Gozei profundo, deixando meu pau atolado naquela bucetinha quente e encharcada.
Ficamos assim por algum tempo, meu pau saiu mole de dentro de Mônica. Deitei ao seu lado, abraçado às suas costas. Depois de algum tempo Mônica conseguiu forças para falar:
- Amor... não me maltrate assim. Sou tão obediente, não mereço apanhar desse jeito...
- É o tesão de te ver submissa que me empolga.
- Estou com medo. Essas brincadeiras estão me deixando cada vez mais dependentes. Só assim consigo gozar desse jeito, tão intenso!
Descansamos um pouco e levei Mônica para sua casa para terminar de descansar de sua exaustiva noite de aventura.

Parte VI
Tinha planejado mais um loucura para fazer com Mônica e precisava de mais dinheiro. Agora Mônica nem ligava e aparecia, até animada em minha casa levando o dinheiro que eu pedira. Sabia que eu utilizava o dinheiro “extorquido” dela para realizar minhas fantasias. E em minhas fantasias Mônica era sempre a estrela.
Avisei que ela deveria ir para casa após o trabalho e me esperar lá com a roupa que eu tinha lhe dado na noite da masmorra. Ela ficou aliviada de não ter que passar o dia com aquela roupa escondida por baixo da roupa de trabalho, como eu havia lhe mandado da outra vez. Acho que até ficou um pouco decepcionada, pois já se acostumava com minha tara em subjugá-la.
Naquela noite apareci no apartamento de Mônica, raras foram as vezes que fui até lá. Ela me atendeu com a roupa que mandei, deve ter visto pelo olho-mágico da porta, pois Mônica tinha pavor de alguém do seu prédio saber de nossas loucuras, até porque, como disse nos contos anteriores, Mônica morava neste prédio desde criança e sua família e amigos moravam ali:
- Tenho uma surpresa para você.
Peguei no bolso uma venda para seus olhos e coloquei nela. Ela riu e já imaginava que vinham muitas surpresas naquela noite. Levei Mônica pelas mãos até o meio de sua sala e mandei que ela ali me aguardasse.
Saí de seu apartamento sem que ela percebesse e mandei suas mais novas surpresas me seguirem. Tinha contratado duas lindas gêmeas. Magrinhas, muito jovens, 18 anos, no máximo, da minha altura (1,75m), peles alvas, cabelos negríssimos e extremamente lisos. Gêmeas idêntica. Completamente idênticas. Entrei com minhas surpresas pelo apartamento de Mônica. As meninas usavam shorts jeans curtíssimos e desfiados e blusinhas brancas com seus nomes artísticos estampados nelas: Michele e Mirele.
Mônica estava apreensiva com o silêncio e já tinha percebido que havia mais de uma pessoa em sua casa. Pensava: “será que esse louco trouxe aqueles marinheiros para meu apê? Mato ele!”
Comecei a beijar Mônica e nossos beijos como sempre ficaram cada vez mais intensos. Mônica sentia mãos pelo seu corpo, seis mãos a lhe acariciar enquanto minha língua percorria sua boca atrás da sua. Não demorou para sentir bocas a chupar seu corpo, peles macias e lisas lhe chupando em seus lugares mais sensíveis. Mônica nesta altura já estava louca de tesão. Outra surra de pica como aquela do barco já parecia ótima idéia, mesmo estando em seu apartamento. Retirei sua venda ainda aos beijos e Mônica demorou a perceber que eram mulheres que a estavam acariciando e chupando. Ameaçou acabar com aquela loucura:
- Que isso? Você enlouqueceu de vez!
- Relaxa, que preconceito babaca é esse? Você tava adorando.
Enfiei minha mão em sua buceta encharcada e esfreguei em seu rosto.
- São suas bonecas, amor. Duas linda gêmeas para você brincar.
- Não quero gêmea nenhuma, não sou lésbica, porra. Tire elas da minha casa agora!
Segurei Mônica com força e a ajuda de Michele e Mirele e a amarrei a poltrona pelas presilhas que a roupa que a mandei colocar tinha nos pulsos e tornozelos.
- Você não quer? Tudo bem. Fique aí e assista!
Tirei minha roupa, sob o olhar incrédulos de Mônica. As gêmeas me ajudavam, retirando as peças enquanto me beijavam o corpo todo, boca, peitos, barriga. Estávamos a um metro apenas do sofá, praticamento nos chupando em cima de Mônica que assistia a tudo imobilizada pelas amarra. Minhas gêmeas se ajoelhara e, de frente para Mônica começaram um boquete com uma coreografia que devia estar mais que ensaiada pelas duas. Elas chupavam juntas, as línguas se tocavam, trocavam beijos, uma chupava o meu pau enquanto a outra lambia meus sacos, minhas coxas, revezavam de maneira não só deliciosa como plasticamente perfeita. Era uma dança, que elas deviam praticar com muitos clientes. Eu não escondia o quanto estava gostoso e gemia muito, provocava Mônica dizendo:
- Oh... nunca fui chupado tão gostoso. Ahh... chupa minhas coisas lindas, ensina para essa vadia como se fode um homem.
Mônica estava revoltada, descobriu-se mais ciumenta e possessiva do que imaginava:
- Chega amor, você é meu, não faz isso comigo.
- Elas são como aqueles homens que contratei, amor. Exatamente como eles. Trouxe para você. Para te dar prazer e me enlouquecer. Mas como você não as quer. Vou usar seu presente para mim.
- Me solta, me solta que juro que não vai se arrepender.
- Quero uma prova antes. Se ver que você merece ser solta eu lhe Solto.
- Como quiser. Sou sua. Prometo que não vai se arrepender.
Falei no ouvido de Michele e Mirele e elas foram de encontro a Mônica. Sentaram como que montadas nos braços do sofá e, alisando os seios e a parte interna das coxas de Mônica começaram um beijo muito próximo de seu rosto. Eu olhava Mônica entre as pernas e percebia que aquela cena a estava excitando. Minhas gêmeas se beijavam muito gostoso. Acho que realmente adoravam se beijar. De repente elas separa suas boca a começam a beijar orelhas e pescoços de Mônica e voltam a se beijar novamente. Param e voltam, convidando Mônica vagarosamente a participar daquele beijo delicioso. Mônica foi envolvida e quando menos percebeu já estava aos beijos com nossas gêmeas. Ela beijava com sofreguidão, estava excitada e adorando aquela chupação toda. Soltei suas mãos e pernas e ela nem percebeu que já estava abraçada as linda meninas. Eu tomei o lugar de Mônica como espectador daquele show delicioso.
Mônica estava novamente dominada, novamente por não saber o que fazer diante a nova situação. Nunca tinha sequer cogitado uma transa homossexual. Nem em suas mais loucas fantasias fazia sexo com uma mulher, muito menos com duas lindas gêmeas. Era muita loucura para sua cabeça, mas nesse momento não estava pensando em nada disso, estava sendo levada pelas duas habilidosas profissionais, que pareciam uma única criatura cheia de tentáculos e bocas a envolver Mônica completamente. A dupla tocava Mônica de um jeito que só outra mulher toca, levando Mônica ao êxtase da luxúria. Michele agora chupava a buceta de Mônica enquanto Mirele alternava entre fogosos beijos na boca e delicadas chupadas e lambidas em seus pequeninos seios. Mônica é realmente muito linda e a com aquela fantasia erótica de couro que lhe dei ficava ainda mais provocante e inspiravam nossas gêmeas a fudê-la. Aproveitei que Michele se empinara toda para chupar Mônica e fui pincelando meu pau em sua bucetinha. Assim que senti Michele lubrificada tratei de enterrar meu pau naquela bucetinha, pois toda aquela cena já estava me enlouquecendo. Fudia aquela mulher linda e ela provocava Mônica:
- Hum...Seu homem fode muito gostoso. Ah...E olha que eu prefiro mulheres...
- Ahahhh...Meu homem é delicioso, sim... não para de me chupar... prova que prefere mulheres, porque até eu já estou preferindo... hum... vocês são deliciosas!
- Não para que to gozando, chupa minha buceta, chupa! Gritava Mônica descontrolada. Ahhhhh... Gozaaaando, to gozaaando gotoso!
Tirei meu pau de Michele e pedi que elas se afastassem, afinal, sabia o que acontecia quando Mônica era estocada no momento de um orgasmo com sexo oral. Coloquei seus calcanhares em meu ombro e com uma estocada certeira cravei todo meu pau num violento frango-assado.
Mônica como sempre convulcionava em outro violento orgasmo.
- Ahhhhhhhhh. Gozaaando, soca ! Vou morrer de prazer.
As gêmeas riam, se deliciavam com o prazer que estávamos dando a Mônica.
Carreguei minha deliciosa morena para cama no colo, acompanhado de nossas gêmeas. Coloquei-a na beiradinha da cama. Mirele sentou-se sobre o rosto de Mônica e começou a sugar sua bucetinha enquanto eu a penetrava, continuando nosso frango-assado do sofá, só que dessa vez com a presença da língua macia de Mirele a sugar seu grelo e tocar meu pau mesmo que sem intenção. Mônica estava com a buceta de Mirele quase esfregando em seu rosto. Milene instigava Mônica a chupar a buceta de Mirele:
- Chupa gatinha, chupa minha irmãzinha! Você vai ver como é gostosa a bucetinha dela! Chupa que seu macho vai adorar saber...
Mônica começou a chupar Mirele, sem jeito e sem fôlego, por estar sendo deliciosamente chupada e fudida por Mirele e por mim. Gemia gostoso tentando chupar Mirele. Milene ria:
- Nossa. Sua mulher é deliciosa. Parabéns. Acabou a frescura. Ta chupando minha maninha igual uma bezerrinha!
Caiu na gargalhada.
Ouvindo isso meu tesão foi a mil. Bombei forte e anunciei o gozo:
- Ah... vou gozar...
Mirele levantou o corpo, sentando agora de vez no rosto de Mônica e rebolando:
- Goza nesse púbis raspadinho dessa delícia! Quero lamber sua porra todinha !
- Goza na bucetinha dela que eu também quero sua porra! Retrucou Milene.
- Ahhhhh...
Gozei muito, lambuzando a barriga, púbis e a bucetinha rapada de Mônica. As gêmeas lamberam e chuparam tudo deixando Mônica limpinha, sem uma gota de meu leite em seu corpo.
Levantaram-se e foram em direção a boca de Mônica, e trocaram um delicioso beijo a três, dividindo minha porra com minha linda morena.
Fiz um sinal e nossas gêmeas se despediram:
- Tchau, gatinho, adorei esse trabalho. Mônica é deliciosa, exatamente como você disse.
- Tchau, gatinha, amei fazer amor com você. A partir de hoje é só me ligar, você não é mais negócios é prazer.
Riu Michele.
Mônica ficou confusa, não tinha entendido como chegou aquele ponto e agora estava envergonhada de ter se comportado como uma lésbica.
- Que foi amor? Perguntei.
- Estou confusa com tudo isso. Nem sei o que dizer...
- Você gostou?
- Não sei.
- Pense, não diga nada para me agradar.
- Foi tudo delicioso, diferente, novo. Mas acho que gostei da loucura. Se você não estivesse aqui não teria gostado.
- Acho bom. Não quero dividir você nem com mulher nenhuma!
- Nem dividir como hoje? Perguntou-me com um sorriso safado.
- Assim quero te dividir sempre. Posso dormir aqui?
- Sempre. A casa e tudo que tem dentro dela é sua...
- Vamos tomar um banho então?
- Só se você me fuder gostoso no chuveiro...
- Você está ficando insaciável, menina. Sei que vou acabar dentro de você a noite inteira.
Fudemos realmente a noite inteira, aproveitando que no dia seguinte era sábado e passamos a manhã e a tarde juntos, conversando e namorando. A cada dia que passava, mais apaixonados ficávamos.